“Rádio Pirata Ao Vivo”: um registro histórico que colocou o RPM entre os maiores fenômenos do Rock nacional
Divulgação Entre as diversas bandas que marcaram a cena do Rock nacional nos Anos 80, o RPM deixou enormes contribuições.
Uma delas chama atenção por trazer a força da performance que se tornou marca registrada do grupo, e é claro que estamos falando do álbum Rádio Pirata Ao Vivo .
O segundo disco da carreira da banda formada por Paulo Ricardo (voz e baixo), Luiz Schiavon (teclados), Fernando Deluqui (guitarra) e Paulo P.A.
Pagni (bateria), foi lançado em 28 de julho de 1986 e se tornou um dos mais vendidos da história da indústria fonográfica brasileira, com mais de 3 milhões de cópias vendidas.
As músicas foram gravadas nos dias 26 e 27 de maio de 1986, durante os shows da banda no Pavilhão de Convenções do Complexo do Anhembi, em São Paulo, e o repertório contou tanto com hits do primeiro álbum como também com releituras e faixas inéditas.
Agora, mais de quatro décadas depois do seu lançamento, Paulo Ricardo e o aclamado disco ao vivo voltam a ser enaltecidos em um show comemorativo que irá integrar a programação do C6 no Rock .
Continua após o vídeo Como um álbum ao vivo levou o RPM ao auge do Rock nacional Depois de ter se tornado uma verdadeira febre nacional com seu disco de estreia, Revoluções por Minuto , o RPM alcançou um novo patamar ao assinar com o empresário Manoel Poladian .
Com grandes investimentos em produção, iluminação e estrutura de palco, os shows do RPM foram transformados em espetáculos de grandes proporções, levando a banda a rodar o Brasil com seu formato ao vivo.
Foi durante essa turnê que surgiu o registro, produzido por Marco Mazzola e Roberto Marques , com direção de ninguém menos que Ney Matogrosso .
Rádio Pirata Ao Vivo apresentou aos fãs sucessos já conhecidos como “Revoluções por Minuto”, “Olhar 43” e “A Cruz e a Espada”, e também novidades como as inéditas “Alvorada Voraz” e a instrumental “Naja”.
Completando o álbum, o RPM apostou nas releituras de “Flores Astrais”, do Secos & Molhados , antigo grupo de Ney Matogrosso, e em sua versão já conhecida de “London, London”, de Caetano Veloso .
Continua após o vídeo O impacto do material ao vivo também chegou à televisão, com o sucesso do grupo se tornando tema de uma reportagem do Globo Repórter apresentada por Pedro Bial , que explorou a trajetória dos integrantes e a dimensão alcançada pelo álbum.
De acordo com a reportagem, a gravadora chegou a contratar mais uma fábrica de LPs para dar conta da demanda, algo que anteriormente só havia acontecido com álbuns de Roberto Carlos , que já era um artista consolidado na cena.
A força do auge do RPM em um registro histórico O que talvez muitos fãs não soubessem é que aquele era, sem dúvidas, o auge de um dos maiores fenômenos do Rock nacional.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.