Nova Twins chega ao Brasil para estrear no Rock in Rio: “sempre quisemos vir para cá”
Divulgação Revelação da cena pesada há alguns anos, a dupla britânica Nova Twins finalmente desembarca no Brasil pela primeira vez em Setembro, com dois compromissos de peso.
No dia 4, Amy Love e Georgia South sobem ao Palco Mundo do Rock in Rio ao lado de Foo Fighters , Rise Against e The Hives .
Dois dias depois, em 6 de Setembro, a banda chega ao Cine Joia, em São Paulo, para se apresentar no “É Tudo Delas”, dividindo a noite com a carioca MC Taya e o quarteto paulista The Mönic .
Continua após o vídeo Formada em Londres em 2014, a Nova Twins traz na bagagem o ótimo terceiro álbum de estúdio Parasites & Butterflies (2025), que amplia a mistura de gêneros indo do Punk ao Rap e Metal que consolidou o grupo.
Em conversa com o TMDQA!, Amy e Georgia falaram sobre o processo de composição do novo disco, inspirado nas vivências da turnê de “Supernova”, a expectativa para tocar num festival do tamanho do Rock in Rio e o significado de liderar uma noite inteiramente dedicada a artistas mulheres em São Paulo.
Você pode comprar os ingressos para o Rock in Rio neste link , e para o show solo clicando aqui .
Abaixo, leia a entrevista na íntegra! TMDQA! Entrevista Nova Twins TMDQA!: Oi, meninas! É um prazer enorme estar falando com vocês hoje, tem um tempo que acompanho vocês e sou fã do trabalho.
Bom, depois de Supernova , era difícil imaginar qual seria o caminho do disco seguinte das Nova Twins.
Pelo que eu li, esse novo álbum foi muito influenciado pelo que vocês viveram e sentiram em turnê, na estrada.
Então tenho duas perguntas conectadas sobre isso: como está sendo levar essas músicas, que nasceram da experiência de estrada, de volta para a estrada agora que vocês estão em turnê? E vocês já encontraram alguma inspiração nova ao tocar essas músicas ao vivo? Georgia South: Esse álbum foi provavelmente um dos mais difíceis de escrever, porque, depois de Supernova , passamos cerca de dois anos em turnê com aquele disco e estávamos sentindo uma pressão imensa, além de estarmos muito esgotadas de tanto viajar, porque foi a turnê mais longa que já fizemos.
E tivemos uma janela bem curta de tempo para escrever esse álbum.
Então foi bem difícil, mas, pessoalmente, sem falar pela outra, encontrar um amor maior pelo disco agora, tocando ao vivo e vendo ele se conectar com as pessoas, fez eu enxergar o álbum de uma forma completamente diferente.
E eu amo ele.
Ele não carrega mais as memórias de como foi escrito.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.