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Secretários são afastados um dia após operação que investiga desvio de R$18 milhões em Sidrolândia

G1 Mato Grosso do Sul ·
Secretários são afastados um dia após operação que investiga desvio de R$18 milhões em Sidrolândia

MPMS deflagra a segunda fase da Operação Dirty Pix O prefeito de Sidrolândia (MS), Rodrigo Basso (PL), determinou nesta quarta-feira (8), o afastamento preventivo de dois secretários municipais por 180 dias, um dia após a deflagração da segunda fase da Operação Dirty Pix, que investiga desvio de R$18 milhões em recursos públicos destinados ao Hospital Beneficente Dona Elmíria Silvério Barbosa.

Presidente de hospital é preso pela 2ª vez em operação que investiga desvio de R$ 18 milhões em MS A medida consta no Diário Oficial da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul).

O g1 questionou a prefeitura sobre o motivo dos afastamentos, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Conforme o decreto, foram afastados o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Edivaldo Fideli Filho Júnior, e o secretário municipal de Agricultura e Abastecimento, Cleyton Martins Teixeira.

Durante o período de afastamento, os dois ficam impedidos de exercer as funções dos cargos, mas as atividades das respectivas pastas serão mantidas pela administração municipal.

O g1 não localizou o contato de Edivaldo Fideli Filho Júnior e de Cleyton Martins Teixeira. 'Dirty Pix' A decisão ocorre após o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) cumprir 25 mandados de busca e apreensão e efetuar três prisões na segunda fase da Operação Dirty Pix, que apura esquema de fraudes em convênios públicos ligados ao hospital de Sidrolândia.

Segundo os investigadores, os contratos sob suspeita somam mais de R$ 18 milhões em recursos públicos.

Foram presos: Jacob Meeuwis Breure, presidente do Hospital Beneficente Dona Elmíria Silvério Barbosa (já havia sido alvo na primeira fase da operação); Júlio César Alves da Silva, assessor parlamentar; Cristina Rosa Gomes de Carvalho, policial civil.

O g1 entrou em contato com as defesas de Jacob Meeuwis Breure e de Júlio César Alves da Silva. o advogado de Jacob, Wellison Muchiutti Hernandes afirmou que o cliente vai colaborar com as investigações.

Não obtivemos retorno da defesa de Júlio César.

A reportagem não localizou a defesa de Cristina Rosa Gomes de Carvalho.

A Corregedoria da Polícia Civil e a Assessoria de imprensa não se posicionaram até a última atualização desta reportagem.

Entenda o caso Conforme o MPMS, as investigações apontam que integrantes do grupo elaboravam planos de trabalho com informações falsas e valores superfaturados para obtenção de recursos públicos.

A suspeita é de que as contratações fossem direcionadas a empresas previamente alinhadas aos investigados.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.

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