A casa caiu: Casas Bahia (BHIA3) desaba 36% e analistas fazem série de alertas; o que fazer com papel agora?
A Casas Bahia ( BHIA3 ) lidera as perdas da B3 nesta segunda-feira (17) após divulgar o balanço do segundo trimestre de 2026 (2T26) , indicando prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões , mais de 18 vezes o saldo negativo do ano anterior, e entrar com pedido de recuperação judicial.
A XP Investimentos , depois do balanço, colocou em revisão a recomendação do ativo e o preço-alvo.
Já o Banco Safra destacou que a queima de caixa, além do pedido de RJ, aumenta significativamente os riscos de execução da companhia.
De acordo com a varejista, o resultado foi impactado em R$ 9,1 bilhões por eventos não recorrentes, como contratos não performados, baixa de ativos, gastos com reestruturação e Imposto de Renda (IR) diferido.
Além disso, a empresa confirmou o fechamento de 298 lojas, conforme noticiado na sexta-feira (14), como uma das medidas do plano de transformação da varejista.
Na mínima, a ação da companhia chegou a desabar 36,36% (R$ 0,42) .
Por volta, das 11h21 (horário de Brasília), recuava 21,21%, a R$ 0,52. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "BHIA3", "BHIA3" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "93d5189" } ); ‘Em revisão’ com incertezas à frente A XP Investimentos considera que o segundo trimestre da Casas Bahia revela dados operacionais fracos, com a deterioração do cenário macroeconômico.
A corretora menciona que o redimensionamento da operação para se adequar ao cenário macroeconômico atual resultou em R$ 9,1 bilhões em despesas não recorrentes, incluindo a baixa integral dos ativos fiscais diferidos.
Isso provocou um prejuízo líquido reportado a R$ 10,1 bilhões (prejuízo líquido ajustado pela companhia de R$ 978 milhões) e o patrimônio líquido a R$ 8,1 bilhões negativos.
Na avaliação da corretora, há maiores riscos de reestruturação da varejista, com a consultoria EY citando incerteza relevante sobre a continuidade operacional da companhia.
Com esse panorama, a XP colocou em revisão a recomendação e o preço-alvo de Casas Bahia, diante do risco de execução aumentando em duas frentes.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.