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Avaí precisa mudar a rota antes que o roteiro do rebaixamento vire destino

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Avaí precisa mudar a rota antes que o roteiro do rebaixamento vire destino

Com 11 derrotas em 21 jogos e apenas uma vitória fora de casa, Avaí precisa reagir imediatamente e transformar o senso de urgência em atitude, agressividade e vitórias para escapar do rebaixamento

O Avaí precisa urgentemente sair do roteiro em que se encontra . E, por mais duro que possa parecer, hoje esse é um roteiro de rebaixamento. Em 21 rodadas, o time acumulou 11 derrotas e apenas cinco vitórias. Para piorar, no returno começou sem pontuar: foram duas partidas e duas derrotas. A matemática não mente e, neste momento, exige uma reação imediata.

Há outro dado que ajuda a explicar o tamanho do problema: em 21 jogos, o Avaí venceu apenas uma vez fora de casa. Foi justamente contra o CRB, na segunda rodada, ainda no início da competição. Desde então, a dificuldade para buscar resultados longe da Ressacada se transformou em um dos principais obstáculos para quem precisa escapar da parte de baixo da tabela.

Allan Al iniciou o trabalho com sinais de recuperação. Nas primeiras partidas, conseguiu duas vitórias e reacendeu a esperança de uma reação. Depois, porém, vieram um empate e duas derrotas. Em cinco jogos, são duas vitórias, um empate e duas derrotas. É uma campanha que, embora tenha mostrado alguma evolução, ainda não é suficiente para tirar o Avaí do lugar incômodo em que está.

Agora, o time terá duas oportunidades seguidas para mudar esse roteiro. Primeiro, fora de casa, contra o Operário do Paraná. Depois, na quarta-feira, na Ressacada, diante do Sport. São adversários que vivem outra realidade na competição e que ainda miram a parte de cima, o G6 e a disputa pelo acesso. O Avaí, por sua vez, não pode mais transferir a recuperação para a rodada seguinte. O momento exige ação.

Para sair da zona de rebaixamento, o Avaí precisa, no mínimo, buscar duas vitórias consecutivas e ainda depender de uma combinação de resultados. Portanto, o senso de urgência que já existia no trabalho de Cauan de Almeida e precisa voltar a aparecer dentro de campo. Não basta estar organizado. Não basta competir. É preciso ousar mais, ser mais agressivo e construir um repertório ofensivo capaz de transformar organização em vitória.

Contra o Operário, algumas mudanças podem ajudar. A utilização de jogadores mais incisivos pelos lados, com João Vítor pela direita e William Fernando pela esquerda, podem oferecer mais força e profundidade. Jean Lucas não vem apresentando boas atuações nas últimas três partidas e uma alteração no desenho ofensivo também poderia ser considerada.

A possibilidade de atuar com três atacantes, por exemplo, com Gabriel Cipriano ou Léo Chú ao lado de Thaylllon e Felipe Vizeu, pode aumentar a presença ofensiva e criar mais dificuldades para a defesa adversária.

O Operário também não chega invulnerável. Na última partida em casa, perdeu para o São Bernardo. Isso mostra que existe espaço para o Avaí competir e buscar o resultado, desde que tenha uma estratégia clara. A organização defensiva melhorou com Allan Al e precisa ser mantida. O número de finalizações também apresentou evolução.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ndmais.com.br — o conteúdo pertence a ND+.

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