Oura Ring: o que é e como funciona o anel inteligente que mede seu sono e pode levar fabricante a valer R$ 82 bilhões
Um acessório discreto tem conquistado atletas, celebridades e executivos: o anel inteligente da Oura ou Oura Ring .
Capaz de monitorar sono, recuperação física, frequência cardíaca e temperatura corporal, o dispositivo se transformou em uma das maiores tendências do mercado de wearables .
Além disso, o anel está atraindo a atenção de gigantes da tecnologia e famosos como Kim Kardashian , Jennifer Aniston e até o príncipe Harry .
Nesse cenário, a empresa planeja abrir capital nos Estados Unidos em uma operação que pode avaliá-la em mais de US$ 16 bilhões (R$ 82 bilhões).
Segundo a Bloomberg, a Oura pretende captar até US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões) na oferta pública inicial ( IPO ) — que pode acontecer já no próximo mês.
Mas o que é o Oura Ring? Diferente de um smartwatch , o Oura Ring concentra seus sensores em um acessório discreto usado no dedo, com foco especial na qualidade do sono, recuperação física e acompanhamento de sinais corporais.
Imagem: Reprodução Oura O dispositivo utiliza sensores capazes de medir dados como frequência cardíaca, temperatura corporal, movimento e níveis de oxigênio no sangue.
As informações são enviadas para um aplicativo no celular, que transforma os dados em métricas e recomendações sobre sono, atividade física e recuperação.
No Brasil , o preço de um anel da Oura pode variar entre R$ 3 mil e R$ 6 mil, a depender da geração e modelo do item.
Oura pode valer até R$ 82 bilhões? O mercado de dispositivos vestíveis (wearables) cresceu ao longo dos últimos anos e, assim como a demanda, a oferta também aumento.
A Samsung até entrou na disputa com o Galaxy Ring .
Porém, a grande concorrente da Oura é a Whoop , empresa conhecida por suas pulseiras fitness, usadas até pelo Cristiano Ronaldo .
A rival vem ampliando seu foco para além dos atletas de alta performance, investindo em recursos de monitoramento hormonal e exames voltados à saúde feminina e à tireoide para alcançar um público mais amplo.
Essa estratégia elevou a avaliação da empresa para US$ 10 bilhões (R$ 51 bilhões) em março.
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