TMDQA! Entrevista: Andreas Kisser fala sobre a despedida do Sepultura no Rock in Rio
Foto por Marta Ayora/TMDQA! Entrevista por Mayse Bertani O Sepultura está na reta final da turnê de despedida “Celebrating Life Through Death”, que encerra 42 anos de carreira de uma das bandas mais influentes da história do metal brasileiro.
Antes do show derradeiro, marcado para 7 de novembro na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo, o grupo faz uma parada especial no Rock in Rio: no dia 5 de setembro, o Sepultura se despede do Rock in Rio com mais um show no Palco Mundo, no mesmo dia em que se apresentam Avenged Sevenfold , Bring Me the Horizon e mgk .
Será a nona vez que o grupo pisa no palco do Rock in Rio, contando as duas apresentações que a banda fez na edição de 2013, e o TMDQA! conversou com o guitarrista Andreas Kisser sobre a montagem do setlist para esse show de despedida, os momentos mais marcantes da longa relação da banda com o Rock in Rio, o encontro histórico com Lemmy Kilmister , do Motörhead , e os planos para os próximos capítulos, dentro e fora da música.
TMDQA! Entrevista Andreas Kisser sobre despedida do Sepultura do Rock in Rio TMDQA!: Andreas, desses 40 anos de Sepultura, 29 com o Derrick, eu imagino o desafio que foi para vocês escolherem uma setlist para colocar dentro do Rock in Rio.
Como vocês trabalharam isso e o que os fãs podem esperar para esse show do dia 5? Andreas: Fazer o setlist de um show único é sempre um grande desafio.
A gente já está bem acostumado com as músicas que toca desde sempre, então o repertório meio que se monta em volta delas, somadas às músicas novas.
É legal que a gente está tocando bastante “The Cloud of Unknowing” nesses últimos shows.
E desde o Against , já tocamos várias faixas: “Against”, “Choke”, “Kairos”, “Phantom Self”, “Means to an End”, que já fazem parte desse repertório.
Mas também é uma oportunidade de tocar coisas diferentes, que a gente não toca há muito tempo.
O Rock in Rio sempre abre espaço pra gente fazer shows exclusivos, como já fizemos com o Zé Ramalho e com o Les Tambours du Bronx , entre outros.
A gente ainda está trabalhando nisso, e não é fácil, cada um tem uma opinião.
Como é uma coisa nova, estamos organizando isso mais em conjunto, com sugestões dentro da banda, num grupo só nosso.
Já está uns 90% definido, e vai ser muito legal.
Acho que vai ser uma coisa diferente tanto pra gente como pro público, e isso é sempre bom.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.