Conformados, vizinhos de minicracolândias aprendem a conviver com a insegurança
Em diferentes bairros de Campo Grande, terrenos abandonados, áreas verdes e imóveis que perderam a função original passaram a concentrar pessoas em situação de rua e usuários de drogas.
São pontos que, aos poucos, entram na rotina dos moradores e comerciantes, juntamente com o lixo, o movimento constante e o receio de circular pelas ruas.
Para quem vive ou trabalha perto desses locais, a convivência se tornou uma espécie de adaptação forçada.
Portões fechados, câmeras e o cuidado redobrado ao sair de casa passaram a fazer parte da rotina para quem não tem outra opção.
No bairro Tiradentes, na Rua Francisco Lopes da Silva com a Dalva de Oliveira, funcionava o lava-jato do Gordão.
O nome ainda aparece no resto de muro que sobrou, já que o resto da estrutura foi demolida e virou ponto de descarte de lixo e dormitório para moradores de rua.
Mateus Cáceres, de 25 anos, conta que a área próxima à casa onde mora mudou completamente nos últimos anos.
Hoje, a residência tem concertina para aumentar a segurança.
“Vai fazer 2, 3 anos desse jeito.
Funcionava um lava-jato, depois desmoronaram e virou um ponto de droga.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.