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Mortes por chikungunya somam 31 no ano em Mato Grosso do Sul

Campo Grande News ·
Mortes por chikungunya somam 31 no ano em Mato Grosso do Sul

Uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, a chikungunya causou 31 mortes entre o começo deste ano e 26 de setembro, em Mato Grosso do Sul.

O dado está no último boletim da SES (Secretaria Estadual de Saúde), publicado ontem (13).

A maioria das vítimas morava em municípios das regiões sul e sudoeste do Estado: Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã e Nioaque.

Apenas uma vivia em Corumbá, no extremo oeste.

Dourados concentra os óbitos, com 19 casos.

O município enfrenta epidemia declarada da doença nas aldeias indígenas.

A redução das notificações nos últimos meses aponta para desaceleração do problema, associado por especialistas à falta de abastecimento de água, coleta insuficiente de lixo e dificuldades nas ações de prevenção e controle.

Ainda de acordo com o boletim, 20 pessoas apresentavam comorbidades que diminuem a resistência do organismo a doenças.

Recordes - Esse é o maior número de mortes já registrado no Estado.

A quantidade está próxima do dobro do que foi notificado no ano passado (17).

O boletim traz dados da última década.

O total de casos confirmados também atingiu o pico dos últimos 10 anos.

Foram enviadas ao SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) 10.676 confirmações.

Vacina - O imunizante que protege contra a doença está disponível, por enquanto, apenas em alguns dos municípios que apresentam maior vulnerabilidade: Dourados, Itaporã, Amambai, Batayporã, Douradina e Sete Quedas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.

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