terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Assinante UOL pode concorrer a ingressos para o show de Robbie Williams Marcela Mattos estreia como colunista de política do UOL Veja quais setores demitiram e quais contrataram sem 'taxa das blusinhas' Desafio da Natura é superar falha logística e inovar no ritmo de coreanos PIB do Brasil e PMI industrial dos EUA entre os destaques do mercado Dólar ronda R$ 5,17 e Bolsa abre mês em alta, com PIB e petróleo no radar PIB do Brasil desacelera no 2º trimestre, mas sustenta avanço anual de 1,9% BC da Europa diz que avanço da inflação justifica elevação da taxa de juros Wall Street e Bolsas caem com preço do petróleo em alta e risco de inflação Mega-Sena: quanto R$ 36 milhões rendem todo mês na poupança e no Tesouro Assinante UOL pode concorrer a ingressos para o show de Robbie Williams Marcela Mattos estreia como colunista de política do UOL Veja quais setores demitiram e quais contrataram sem 'taxa das blusinhas' Desafio da Natura é superar falha logística e inovar no ritmo de coreanos PIB do Brasil e PMI industrial dos EUA entre os destaques do mercado Dólar ronda R$ 5,17 e Bolsa abre mês em alta, com PIB e petróleo no radar PIB do Brasil desacelera no 2º trimestre, mas sustenta avanço anual de 1,9% BC da Europa diz que avanço da inflação justifica elevação da taxa de juros Wall Street e Bolsas caem com preço do petróleo em alta e risco de inflação Mega-Sena: quanto R$ 36 milhões rendem todo mês na poupança e no Tesouro
Economia

Veja a posição do Brasil em ranking mundial de crescimento do PIB

G1 Economia ·
Veja a posição do Brasil em ranking mundial de crescimento do PIB

PIB desacelera, mas cresce 0,5% no 2º trimestre, puxado pela agropecuária, diz IBGE O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu no segundo trimestre de 2026, mas perdeu força em relação aos três primeiros meses do ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar da desaceleração, o país ficou na quinta posição no ranking mundial de crescimento trimestral, de acordo com levantamento da Austin Rating. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Na comparação entre o segundo e o primeiro trimestre de 2026, o Brasil registrou o quinto maior avanço entre as economias analisadas, superando grandes potências e outros integrantes do Brics, como a China, que apareceu na 19ª posição.

O resultado foi registrado em um cenário de desaceleração entre os países emergentes, influenciados pelos efeitos do conflito no Oriente Médio.

Veja o ranking de crescimento real do PIB no 2º trimestre de 2026: 1º Irlanda - 1,0% 2º Indonésia - 0,9% 3º Angola - 0,7% 4º Malásia - 0,6% 5º Brasil - 0,5% 6º Eslovênia - 0,4% 7º Lituânia - 0,4% 8º Suécia - 0,4% 9º Estados Unidos - 0,4% 10º Sérvia - 0,4% 11º Suíça - 0,4% 12º Cingapura - 0,3% 13º México - 0,3% 14º Tunísia - 0,3% 15º Taiwan - 0,3% 16º Colômbia - 0,3% 17º Turquia - 0,3% 18º Polônia - 0,2% 19º China - 0,2% 20º Canadá - 0,2% Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, o Brasil teve um desempenho positivo ao ocupar a quinta posição no ranking de crescimento trimestral.

Segundo ele, o resultado ganha relevância por colocar o país à frente de grandes economias e entre os destaques de um grupo formado majoritariamente por mercados emergentes, especialmente da Ásia.

O economista destaca, no entanto, que o segundo trimestre foi marcado por uma desaceleração do crescimento em diversas economias.

"É possível observar uma desaceleração generalizada em relação ao primeiro trimestre, quando as taxas de crescimento eram mais elevadas.

Grande parte das economias emergentes foi afetada pelos efeitos negativos do conflito no Oriente Médio", afirma.

Nesse cenário, Agostini avalia que o Brasil conseguiu apresentar um desempenho relativamente melhor que o de outros países emergentes.

Ele ressalta, porém, que o resultado também reflete fatores internos.

"O crescimento tem sido impulsionado pela expansão fiscal, o que contribui para a manutenção de juros elevados e de uma inflação ainda pressionada", diz.

Para economistas ouvidos pelo g1, o resultado mostra sinais de enfraquecimento do consumo das famílias e de setores ligados ao mercado interno.

Ler a notícia completa no G1 Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

Este assunto em outros veículos

Mais de G1 Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›