sexta-feira, 21 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Presidente de rede de hospitais e plano de saúde é acusado de crime sexual Fake news gera prejuízo anual de R$ 400 bi, diz livro sobre riscos de IA às marcas Guatemala consolida transição e abre novo capítulo democrático Proporção de negros eleitos para o Congresso não chega a 30%, mostra estudo Nos 50 anos da tragédia que vitimou JK, causa da morte provoca divergência entre herdeiras Homem é condenado a 24 anos de prisão por matar cientista social Trem expresso atropela e mata quatro trabalhadores em estação no Japão Avião com oito pessoas cai perto de estação de radar no Alasca No retorno de Memphis, Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores Flavio Cobolli e Arthur Fils avançam à semifinal do Masters 1000 de Cincinnati Presidente de rede de hospitais e plano de saúde é acusado de crime sexual Fake news gera prejuízo anual de R$ 400 bi, diz livro sobre riscos de IA às marcas Guatemala consolida transição e abre novo capítulo democrático Proporção de negros eleitos para o Congresso não chega a 30%, mostra estudo Nos 50 anos da tragédia que vitimou JK, causa da morte provoca divergência entre herdeiras Homem é condenado a 24 anos de prisão por matar cientista social Trem expresso atropela e mata quatro trabalhadores em estação no Japão Avião com oito pessoas cai perto de estação de radar no Alasca No retorno de Memphis, Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores Flavio Cobolli e Arthur Fils avançam à semifinal do Masters 1000 de Cincinnati
Mundo

Bélgica: Universidade de Ghent suspende académico dos EUA que acusou de plágio Jarson Arday

Euronews (PT) ·
Bélgica: Universidade de Ghent suspende académico dos EUA que acusou de plágio Jarson Arday

Uma universidade belga suspendeu, na quinta-feira, um académico norte-americano que liderou as acusações de plágio contra Jason Arday, o antigo professor negro de Cambridge que foi encontrado morto na semana passada, após se ter demitido devido ao escândalo.

O investigador Nathan Cofnas, que se autodefine como “realista racial” e que foi despedido do seu posto em Cambridge há dois anos, escreveu na rede X: “Acabei de ser suspenso pela Universidade de Ghent. Quase de certeza que me vão despedir.”

Sem mencionar Cofnas, a Universidade de Ghent afirmou, em comunicado, que tinha iniciado uma “investigação disciplinar preliminar” a um investigador pós-doutorado envolvido na controvérsia, suspendendo-o “por precaução”.

Arday, que se tornou o mais jovem professor negro da história de Cambridge quando foi nomeado em 2023, foi encontrado morto na sexta-feira, com 41 anos.

Enfrentava acusações crescentes de que tinha plagiado partes da sua tese de doutoramento e exagerado alguns feitos da sua vida pessoal.

Diagnosticado, em criança, com autismo e outras dificuldades de desenvolvimento, Arday tinha contestado as acusações que lhe eram dirigidas.

Mas demitiu-se a 5 de agosto, escrevendo na carta de demissão que tinha “atingido os limites do que qualquer pessoa pode razoavelmente ser obrigada a suportar”.

As preocupações relativas a plágio envolvendo Arday surgiram pela primeira vez há vários anos, mas não tiveram seguimento na altura, depois de um jornalista ter recuado numa investigação mais aprofundada quando o professor ameaçou avançar com uma ação judicial.

No mês passado, porém, Cofnas veio afirmar que tinha encontrado numerosos casos de plágio nos trabalhos do professor e o caso ganhou dimensão, recebendo ampla cobertura mediática no Reino Unido e nos Estados Unidos.

Meios de comunicação britânicos e comentadores de direita aproveitaram a polémica, alegando que Arday tinha beneficiado de forma injusta das políticas de diversidade, igualdade e inclusão (DEI).

A Universidade de Gante afirmou que estava agora a “avaliar” se existem fundamentos suficientes para instaurar um processo disciplinar formal no caso.

Num comunicado anterior, divulgado na quarta-feira, a universidade afirmou estar “chocada” com a morte de Arday e que levava “muito a sério” as declarações públicas do seu investigador sobre o antigo professor.

“A Universidade de Ghent defende o respeito pela dignidade humana e opõe-se à discriminação, ao ódio e ao racismo”, lê-se no comunicado da reitora da universidade, Petra De Sutter, e do vice-reitor, Herwig Reynaert.

“Atribuímos grande importância à liberdade académica e ao debate académico aberto, mesmo quando as posições são controversas”, acrescentou.

Ler a notícia completa no Euronews (PT) ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em pt.euronews.com — o conteúdo pertence a Euronews (PT).

Este assunto em outros veículos

Mais de Euronews (PT)

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›