Claude vai marcar textos feitos por IA. Veja 8 mitos e verdades
Textos criados com a IA Claude vão ganhar marcas invisíveis aos olhos humanos, mas detectáveis por máquinas, identificando que aquele conteúdo foi feito com inteligência artificial.
Deve ter passado alguma notícia do tipo pelo seu feed, imagino.
O anúncio da Anthropic, empresa responsável pelo modelo de IA, tem a ver com regulações da União Europeia, mas a tecnologia vai ser implantada no mundo todo.
Acontece que a novidade deixou muita gente confusa sobre o que realmente vai acontecer.
Eu mesmo precisei de dois dias estudando o assunto pra ver com mais clareza, admito.
O propósito desta coluna é facilitar a vida das pessoas, por isso mesmo concluí que o formato mais útil seria um “mitos e verdades”, então cá estamos.
Continua após a publicidade “Todo texto produzido pelo Claude já recebe marca d’água” — MITO Ainda não.
A mudança vai vir “de fábrica” nos próximos modelos, e enquanto isso está sendo aplicada aos poucos aos já existentes (Haiku, Sonnet, Opus e Fable).
“A marca d’água é um código invisível escondido no texto” — MITO Não é assim que funciona.
Não existe um código secreto entre as palavras.
O que vai acontecer é o seguinte: ao gerar os textos, o sistema cria um padrão estatístico que favorece determinados tokens e palavras.
Para os olhos humanos, nada muda.
Porém, máquinas conseguirão detectar esse padrão.
“Copiar e colar o texto não elimina a marca” — VERDADE Como o sinal faz parte do padrão do próprio texto, copiar uma resposta do Claude para Word, bloco de notas, e-mail ou rede social tende a preservá-lo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.