Segurança: veja propostas dos candidatos ao governo do RJ
Ônibus são incendiados após morte de miliciano no Rio de Janeiro.
GloboNews/Reprodução Apontada como a principal preocupação dos eleitores fluminenses em pesquisas recentes, a segurança pública também é o assunto mais presente nas entrevistas de pré-campanha dos candidatos ao Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Por conta disso, o g1 abre com o tema segurança a série de reportagens que vai reunir as propostas dos candidatos ao governo do Rio de Janeiro para os principais temas da campanha.
Saiba o que os nove candidatos propõem para a área, em ordem alfabética, com base nos planos de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Agora no g1 Até a publicação desta reportagem, Eduardo Paes (PSD) e Anthony Garotinho (Republicanos) ainda não haviam divulgado seus planos de governo no TSE.
Para os dois, foram consideradas declarações dadas em entrevistas, debates e manifestações públicas recentes sobre segurança.
O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro.
André Marinho (Novo) André Marinho é pré-candidato ao Governo do RJ pelo Partido Novo Reprodução O plano de segurança de André Marinho é chamado de “Sai Fuzil, Entra Brasil” e trata o crime organizado como uma “empresa territorial narcoterrorista”.
A estratégia é baseada na doutrina do “Cerco”, com cinco frentes de atuação: fronteira, território, dinheiro, cárcere e polícia.
Na área de fronteiras, o programa prevê o “Escudo Rio”, com três anéis de fiscalização — marítimo, terrestre e aéreo —, além de scanners para leitura de carretas em movimento, drones e um centro integrado de comando.
Para os territórios dominados pelo crime, Marinho propõe os Cinturões de Soberania Total (CST), com a retomada permanente de 20 territórios até 2030.
A proposta prevê bases policiais funcionando 24 horas, além da entrada de serviços públicos como iluminação, asfaltamento, escolas e creches.
O plano também prevê a chamada “Operação Asfixia”, voltada para identificar, bloquear e confiscar patrimônio de integrantes do crime organizado.
A proposta inclui ainda a “Operação Pedágio do Crime”, para combater monopólios criminosos em setores como gás, internet e transporte.
Na área prisional, Marinho propõe reconstruir uma unidade de segurança máxima na Ilha Grande para isolar lideranças criminosas e criar um regime em que o trabalho possa resultar em remição de pena.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.