Fracasso do Brasil na Copa do Mundo leva Ceará a investir em projeto para estimular o drible na base
Hudson Ferreira é coordenador das categorias de base do Ceará - Divulgação / Ceará
O fracasso do Brasil na Copa do Mundo de 2026 , com a pior campanha no torneio desde o Mundial de 1990 (quando também tombou nas oitavas de final, embora a edição daquele ano tivesse um formato reduzido, sem a primeira fase do mata-mata), motivou grande discussão em todo o país, acerca do momento vivido por nosso futebol.
Um dos pontos mais questionados por torcedores, comentaristas e jornalistas especializados consiste na falta de criatividade demonstrada pelos atletas brasileiros diante dos adversários, especialmente na eliminação diante da Noruega.
E meio a esse cenário de perplexidade geral, o Ceará resolveu lançar um projeto em suas categorias de base, que tem o objetivo de resgatar a ousadia e o jeito de jogar à brasileira.
Inspirado na metodologia dos desafios de X1, o “Formando Dribladores” quer estimular os jovens atletas a buscarem meios de desequilibrar as partidas, por meio dessa jogada que tornou célebres nomes como Garrincha, Rivellino, Ronaldinho Gaúcho , Neymar e tantos outros craques.
Na semana passada, o coordenador das categorias de base do Ceará, Hudson Ferreira, concedeu entrevista à Máquina do Esporte e explicou detalhes da iniciativa.
Basicamente, o Vozão passará a adotar, nos treinamentos diários, extensões de sessões de enfrentamentos no período final dos trabalhos com bola.
Simulando cenários reais de jogo, os treinos serão divididos em X1 e ataque em inferioridade numérica, um contra dois. Nesses exercícios, os atletas enfrentarão perseguições defensivas e experimentarão contextos ofensivos pelos corredores laterais, posicionados de costas para o gol e após domínios em desvantagem.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em maquinadoesporte.com.br — o conteúdo pertence a Máquina do Esporte.