Além de Erika Hilton, Ratinho coleciona polêmicas no SBT; confira
A condenação que obriga o SBT a exibir o direito de resposta de Erika Hilton recolocou Ratinho no centro do noticiário.
Mas o caso da deputada está longe de ser o único do apresentador, que está na emissora desde 1998 .
A lista recente inclui um processo movido por um dos maiores compositores do país, uma entrevista que quase não foi ao ar e falas sobre um ator indicado ao Oscar.
Em 2025, o comunicador acusou Chico Buarque de receber dinheiro da Lei Rouanet e afirmou que, por isso, seria fácil para ele ser de esquerda.
Na mesma fala, disse que artistas globais são todos de esquerda e que ser rico e de esquerda seria uma forma de fazer o povo de tonto.
O cantor foi à Justiça e pediu que o apresentador provasse a acusação.
O caso corre na 41ª Vara Cível do Rio de Janeiro . Se não apresentar a justificativa, ele terá de pagar R$ 50 mil ao compositor.
O apresentador queria estrear o programa No Alvo com uma conversa com o coach Pablo Marçal .
Depois da gravação, ele afirmou que o empresário havia entrado na Justiça para impedir a exibição — o que Marçal negou em seguida.
Irritado, o comunicador cobrou publicamente que os advogados do SBT colocassem o episódio no ar.
O coach disse depois que não houve censura da parte dele e que já havia divulgado a participação antes mesmo de o programa ir ao ar.
Apoiador de Bolsonaro, o apresentador criticou Wagner Moura por citar o ex-presidente em entrevistas durante a divulgação de O Agente Secreto .
Segundo ele, não havia motivo para falar do ex-presidente, e o ator deveria deixar a política para a hora do voto.
A fala veio um dia depois de o brasileiro perder o prêmio no Oscar. O longa trata da ditadura militar e da perseguição política do período.
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