Recuperação ativa é melhor do que descanso? Veja o que dizem os estudos
Pesquisas mostram que movimentar o corpo após exercícios intensos pode trazer benefícios específicos, mas não há comprovação de que a recuperação ativa seja sempre superior ao repouso.
SIGA O OTD NO WHATSAPP , YOUTUBE , TWITTER , INSTAGRAM , TIK TOK E FACEBOOK Caminhar, pedalar ou realizar movimentos leves depois de uma atividade física intensa é uma prática comum entre atletas e frequentadores de academias.
Conhecida como recuperação ativa, essa estratégia costuma ser apresentada como uma maneira de reduzir o cansaço e preparar o corpo para o próximo treino.
Mas será que continuar em movimento realmente funciona melhor do que descansar completamente? A resposta depende do tipo de exercício, do objetivo da recuperação e dos resultados analisados pelos pesquisadores.
Uma revisão científica publicada em 2024, que reuniu 22 revisões anteriores e dados de 1.100 atletas de modalidades de resistência, não encontrou benefícios consistentes que permitissem recomendar uma única estratégia de recuperação.
O trabalho, publicado na revista Sports Medicine – Open, mostrou que os resultados variavam conforme o método utilizado e as características dos participantes.
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Os pesquisadores compararam recuperação ativa, massagem e imersão em água fria, considerando indicadores de desempenho, dor muscular e alterações em marcadores sanguíneos.
A recuperação ativa apresentou resultados favoráveis na restauração do desempenho em saltos verticais nas primeiras 24 horas.
Entretanto, os autores destacaram a amplitude dos intervalos de confiança, indicando incerteza sobre a magnitude dos benefícios.
Em outras palavras, continuar em movimento pode ser vantajoso em determinadas circunstâncias, mas isso não significa que qualquer pessoa precise realizar atividades adicionais depois de treinar.
Recuperação ativa diminui a dor muscular? A dor muscular tardia costuma aparecer após exercícios mais exigentes ou pouco habituais.
É comum que praticantes de atividade física recorram a caminhadas, alongamentos ou pedaladas leves para tentar reduzir esse desconforto.
No entanto, a literatura científica não demonstra que todas essas alternativas tenham o mesmo efeito.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.olimpiadatododia.com.br — o conteúdo pertence a Olimpíada Todo Dia.