Sonho de mãe não tem preço
Sonho de mãe não tem preço.
E o sonho de ver os filhos crescerem com creche, escola, alimentação, saúde e dignidade é o que todas nós queremos.
Sou mãe de dois e sei, na prática, que, sem uma rede de apoio, muitas mulheres não conseguem trabalhar, estudar ou participar da vida política.
Para quem não pode contar com uma rede familiar, é o Estado que precisa garantir essa rede.
É por isso que a política social importa.
E é por isso que o governo Lula tem reconstruído políticas que protegem as famílias brasileiras.
O Bolsa Família, retomado em 2023, atende hoje mais de 19 milhões de famílias.
E acaba de ter seus valores corrigidos em 15,04% pela inflação acumulada desde sua retomada: a partir de outubro, o benefício mínimo passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio estimado chegará a R$ 777.
Isso significa comida na mesa, autonomia e mais segurança para milhões de mães.
E não é uma política isolada.
É parte de uma visão de Estado que também se expressa no SUS, na valorização do salário mínimo, nas políticas de educação, no combate à fome e na construção de uma economia do cuidado.
No Congresso, trabalhamos para ampliar políticas que garantam às mulheres condições reais para estudar, trabalhar e cuidar.
A luta pelas cuidotecas, pelos restaurantes estudantis e por políticas de cuidado mostra que não basta dizer às mulheres que elas podem ocupar espaços: é preciso criar as condições para que elas consigam permanecer neles.
O governo federal também avançou na política de cuidado, com a chamada para implantação de até 50 UniCuidotecas em universidades federais, espaços gratuitos de acolhimento infantil para filhos de estudantes, docentes, técnicos e trabalhadores.
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