Vem aí: Revolut quer entrar no segmento de empresas no Brasil com câmbio, cartões e gestão de despesas, com foco em PMEs
A fintech britânica Revolut, avaliada em US$ 115 bilhões (quase metade do Nubank), prepara sua entrada mais forte no mercado de serviços financeiros para empresas no Brasil.
A fintech pretende lançar, nos próximos meses, uma solução de banco para pessoas jurídicas, com serviços de câmbio, gestão de caixa, cartões corporativos, reembolsos e automação de processos.
A nova frente é considerada estratégica pela companhia.
Segundo Glauber Mota, CEO da Revolut no Brasil, aproximadamente 25% do resultado global da fintech já vem do negócio voltado a empresas, o Revolut Business.
“Estou trabalhando forte agora para que, a partir dos próximos meses, possa trazer o produto de banco para empresas da Revolut”, afirmou o executivo, em entrevista ao Money Minds, programa do Money Times no YouTube.
Assista à entrevista na íntegra a seguir.
A aposta brasileira mira principalmente pequenas e médias empresas, especialmente aquelas que têm alguma relação com o exterior.
Para Mota, esse público ainda encontra dificuldades para acessar serviços bancários e, principalmente, operações de câmbio.
“As grandes empresas estão muito bem servidas pelos grandes bancos.
Os pequenos e médios hoje batalham para conseguir abrir a conta, imagina para poder fazer câmbio relativo aos seus negócios”, disse.
Câmbio como porta de entrada Uma das principais apostas da Revolut é levar para as empresas a mesma proposta de câmbio que já oferece às pessoas físicas.
A fintech ganhou espaço no Brasil com a conta global e os serviços relacionados à movimentação de dinheiro no exterior.
Agora, pretende adaptar essa estrutura para companhias que importam, exportam ou mantêm negócios fora do país.
“Para todo mundo que faz importação, exportação ou tem negócio no exterior, vai ser um dos grandes potenciais que a gente gostaria de trabalhar bem”, afirmou Mota.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.