sexta-feira, 9 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Amazon lança primeiros tablets Android, aumenta preços e incorpora Alexa› OpenAI demite trio; pesquisadores alegam punição por alertas› Apple reduz pedidos de itens do iPhone 18 Pro devido à fraca demanda, diz Nikkei Asia› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA› Apple prepara novo cérebro da casa inteligente para 13 de outubro› Robôs que imitam animais podem transformar tarefas do dia a dia› A violência digital entre adolescentes numa sociedade que banaliza o ódio› Agentes no Irã usam IA para veicular notícias falsas sobre guerra nos EUA› Amazon lança primeiros tablets Android, aumenta preços e incorpora Alexa› OpenAI demite trio; pesquisadores alegam punição por alertas› Apple reduz pedidos de itens do iPhone 18 Pro devido à fraca demanda, diz Nikkei Asia› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA› Apple prepara novo cérebro da casa inteligente para 13 de outubro› Robôs que imitam animais podem transformar tarefas do dia a dia› A violência digital entre adolescentes numa sociedade que banaliza o ódio› Agentes no Irã usam IA para veicular notícias falsas sobre guerra nos EUA
Política

Parceiro de Fábio Carvalho, dono da Veja, na compra da Abril adquiriu triplex de Vorcaro em transação suspeita

Revista Fórum ·
Parceiro de Fábio Carvalho, dono da Veja, na compra da Abril adquiriu triplex de Vorcaro em transação suspeita

A Enforce, empresa de recuperação de créditos controlada pelo BTG Pactual que atuou ao lado do empresário Fábio Carvalho na aquisição do Grupo Abril, dono da revista Veja, em 2019, aparece como compradora de um triplex de luxo vendido por uma empresa de Daniel Vorcaro em uma transação imobiliária que levantou suspeitas pelas condições e pela rápida desvalorização do imóvel.

A apuração é do Fórum Investiga , núcleo investigativo da revista Fórum.

SAIBA TUDO: Vorcaro entregou HD anti-Lula em acordão com clã Bolsonaro e negociava com a Globo: “se ganhar, Flávio vai soltar”, diz advogado Flávio Bolsonaro fez acordo com Daniel Vorcaro para envolver PT em delação Vorcaro teria recebido promessa de soltura por depoimento falso contra Lula, diz Prerrogativas Dono da Veja, que tenta envolver Vorcaro com Lula, participou de jantar em apoio a Flávio Bolsonaro Flávio Bolsonaro e mídia liberal tentam jogar Master no colo de Lula, mas R$ 1,8 bilhão expõe aliados do PL Localizado no Itaim Bibi, bairro nobre de São Paulo, o triplex de 838 metros quadrados foi adquirido pela Viking Participações, empresa da qual Vorcaro é sócio, em 15 de maio de 2025, por R$ 29,7 milhões.

Apenas 11 dias depois, em 26 de maio, o imóvel foi revendido por R$ 27 milhões, uma diferença de R$ 2,7 milhões em relação ao preço de aquisição.

A operação foi revelada em janeiro pela Folha de S.Paulo e citada em investigação da Revista Liberta, do ICL Notícias , que identifica a Enforce, ligada ao BTG, como compradora do imóvel.

Reportagem de 2019 do jornal O Globo sobre a compra da editora Abril classifica Carvalho como proprietário da Enforce à época .

“Da dívida de R$ 1,6 bilhão, cerca de R$ 1,1 bilhão estão em poder dos bancos.

Essas instituições já fecharam um acordo com a Enforce, empresa de recuperação de crédito que pertence a Carvalho, para receber 8% da dívida à vista”, diz o texto de 17 de abril de 2019 sobre as dívidas da empresa que pertencia à família Civita.

O apartamento envolvido na negociação ocupa três pavimentos de um edifício na Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, entre o 22º e o 24º andares, e dispõe de sete vagas de garagem.

Segundo a Folha, o imóvel chegou a ser anunciado por R$ 50 milhões em uma imobiliária especializada em propriedades de luxo.

À reportagem, a assessoria de Vorcaro afirmou que a negociação integrava a venda de ativos ao BTG no contexto da capitalização do Banco Master.

Não explicou, entretanto, por que a Viking havia adquirido o imóvel poucos dias antes de revendê-lo por um valor inferior.

A diferença de R$ 2,7 milhões e o curto intervalo entre as operações levantam questionamentos sobre a finalidade econômica da transação, embora não constituam, isoladamente, prova de irregularidade.

Ler a notícia completa no Revista Fórum ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.

Mais de Revista Fórum

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›