Multivacinação: o que você precisa saber sobre a campanha e o dia D
A mobilização nacional para atualizar a carteira de vacinação de crianças e adolescentes com menos de 15 anos terá o seu ponto alto no próximo sábado, 22, com a realização do dia D da Campanha de Multivacinação .
Nesta data, Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e postos de vacinação vão abrir as portas para a imunização com 20 vacinas presentes do calendário vacinal.
A campanha de multivacinação considera a faixa etária e o histórico vacinal dos participantes.
A oferta será de proteção contra hepatite B, poliomielite, influenza (gripe), meningite e HPV (veja lista completa abaixo).
Quem não puder comparecer no dia D, pode buscar as unidades em outro momento, porque a campanha de multivacinação será realizada até 1º de setembro .
O que não pode é deixar as crianças e adolescentes desprotegidos contra doenças que podem causar complicações evitáveis com a vacinação.
Vale sempre lembrar que a melhor forma de evitar formas graves, hospitalização e mortes é com a imunização .
Continua após a publicidade “Este é um momento importante para todo o país.
Embora o Brasil tenha eliminado algumas doenças, como a poliomielite, é fundamental manter a vacinação em dia para evitar a reintrodução dessas doenças”, disse, em nota, o ministro da Saúde Alexandre Padilha .
Nova vacina contra pneumonia Nesta edição da campanha de multivacinação, a recém-incorporada vacina contra pneumonia e meningite, a pneumocócica 20 , terá sua estreia na mobilização.
A vacina, uma versão “turbinada” que oferece proteção mais ampla, é indicada para crianças com menos de 5 anos.
Continua após a publicidade Sarampo A multivacinação não anula a ação em vigor no momento nas cidades de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, que estão realizando uma vacinação indiscriminada contra o sarampo na população de 6 meses a 59 anos .
Essa medida foi adotada para evitar a reintrodução do vírus altamente contagioso, em surto em países da Américas Central e do Norte.
No Brasil, foram registrados 24 casos, mas as Américas somam mais de 50 000 registros, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
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