segunda-feira, 26 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Lula é reeleito presidente, e Flávio diz que vai pedir anulação das eleições; siga› Musk diz que SpaceX captou US$40 bi em dívida para comprar GPUs› Fila de espera e reparo salgado: os prós e contras do 1º iPhone dobrável› Conteúdo ultraprocessado e o debate eleitoral› YouTube infringiu regra do TSE ao indicar vídeo de candidato, diz UFRJ› Reino Unido orienta moradores a guardar água e comida para três dias› Órgão regulador de Wall Street vai focar fiscalização sobre IA e tokens› PwC confirma incidente de segurança digital envolvendo dados de funcionários› Agentes de IA invadem contas e bancos correm para mudar segurança› MiniMax conclui registro de exportação para modelos de IA de código aberto no exterior› Lula é reeleito presidente, e Flávio diz que vai pedir anulação das eleições; siga› Musk diz que SpaceX captou US$40 bi em dívida para comprar GPUs› Fila de espera e reparo salgado: os prós e contras do 1º iPhone dobrável› Conteúdo ultraprocessado e o debate eleitoral› YouTube infringiu regra do TSE ao indicar vídeo de candidato, diz UFRJ› Reino Unido orienta moradores a guardar água e comida para três dias› Órgão regulador de Wall Street vai focar fiscalização sobre IA e tokens› PwC confirma incidente de segurança digital envolvendo dados de funcionários› Agentes de IA invadem contas e bancos correm para mudar segurança› MiniMax conclui registro de exportação para modelos de IA de código aberto no exterior
Brasil

Avaí teve bons números, mas não teve futebol para reagir na derrota contra o Botafogo-SP

ND+ ·
Avaí teve bons números, mas não teve futebol para reagir na derrota contra o Botafogo-SP

Derrota do Avaí na Ressacada para o Botafogo-SP expõe a falta de eficiência, confiança e poder de reação de uma equipe que terá apenas três jogos para tentar evitar o rebaixamento

Os números podem até sugerir um Avaí dominante na derrota para o Botafogo de Ribeirão Preto por 2 a 0 , na Ressacada, mas o futebol não se resume a estatísticas. O Leão finalizou 28 vezes, acertou o alvo em oito oportunidades e, em 90 minutos mais acréscimos, criou somente duas chances claras de gol.

Teve mais posse de bola, ocupou o campo adversário, mas faltou o principal: competência para transformar volume de jogo em resultado. Foi uma atuação inconsistente, de um time que parece cada vez mais pressionado emocionalmente.

Pelos lados, Rildo e Douglas Teixeira tentaram construir as jogadas pela esquerda, enquanto Wallison e Daniel Penha buscaram alternativas pela direita. O problema é que o Avaí dependia de lampejos individuais, sem conseguir transformar a presença ofensiva em oportunidades efetivas.

Jean Lucas teve uma boa chance no primeiro tempo, em finalização que levou perigo. Na etapa final, Caio Suassuna ficou à frente do gol, mas desperdiçou uma oportunidade clara. Aos 19 anos, o garoto pode ter sentido o peso da responsabilidade, em um cenário no qual as decisões erradas se repetem e a confiança parece cada vez menor.

Do outro lado, o Botafogo-SP foi cirúrgico. Organizado taticamente, soube suportar a pressão e atacar nos momentos certos. Rafael Gava deu qualidade à articulação pelo meio, Morelli mostrou eficiência ao marcar o primeiro gol, e Zé Hugo foi uma ameaça constante pelo lado esquerdo. Com menos volume, os paulistas foram mais objetivos e aproveitaram as oportunidades que construíram. É a diferença entre ocupar espaços e saber o que fazer quando a bola chega à área adversária.

Também preocupa a postura do Avaí. A equipe que durante boa parte da temporada demonstrou raça, intensidade e capacidade de competir já não apresenta a mesma pegada. A pressão na saída de bola perdeu força, a marcação não impõe o mesmo respeito e o time parece mentalmente abatido. O hino fala em time da raça, mas ela precisa aparecer dentro de campo, especialmente quando a situação exige uma reação.

Marquinhos Santos não é o responsável pelo cenário que levou o clube a essa situação. A gestão do futebol perdeu peças importantes, não conseguiu fazer reposições minimamente competitivas e convive com salários atrasados, fatores que pesam no ambiente e no rendimento.

Mas, isso não elimina, porém, o espaço para questionar algumas escolhas. Iniciar o jogo com Caio Suassuna e a opção durante o jogo por Hyan, ainda jovens e aparentemente sentindo a pressão, enquanto Felipe Vizeu, Gabriel Cipriano e outros jogadores mais experientes estavam no banco, merece discussão. Mesmo com as limitações dos mesmos. Em um momento tão delicado, experiência também conta.

Outra questão, Daniel Penha ficou muito preso a função também de recomposição no lado direito.

Ler a notícia completa no ND+ ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ndmais.com.br — o conteúdo pertence a ND+.

Mais de ND+

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›