O Brasil não está à venda!
No último domingo, dia 13, milhares de brasileiras e brasileiros ocuparam as ruas para defender a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No Rio de Janeiro, na minha cidade, Niterói, e em tantas outras do país, a mobilização provou que existe um povo disposto a lutar pelo Brasil, pela democracia, pela soberania nacional.
Não estamos diante de uma eleição qualquer.
Essa é a eleição mais difícil de nossas vidas porque o que está em disputa não é apenas quem ocupará a Presidência da República.
Estamos diante de uma escolha sobre o país que queremos deixar para as próximas gerações.
Queremos um Brasil soberano, capaz de decidir sobre suas riquezas, seu território, sua economia e seu futuro? Ou vamos aceitar novamente que nossas riquezas sejam colocadas a serviço de interesses privados e estrangeiros, enquanto o povo brasileiro fica com as consequências da exploração? É por isso que precisamos falar de soberania.
E é também por isso que precisamos falar sobre o avanço da extrema direita.
A extrema direita não representa apenas uma corrente política conservadora.
No Brasil e em diferentes partes do mundo, seu avanço tem sido acompanhado de ataques às instituições democráticas, à ciência, à imprensa, aos direitos sociais e às próprias regras que sustentam a convivência democrática.
Não podemos tratar isso como algo normal.
Isso se chama fascismo.
O fascismo é uma ideologia política autoritária e antidemocrática, caracterizada pelo controle da sociedade e forte repressão à oposição.
E já vimos isso acontecer no governo Bolsonaro que assassinou mais de 700 mil pessoas durante a pandemia de Covid-19, perseguiu jornalistas e quis dar um golpe no 8 de janeiro de 2023.
A eleição que se aproxima exige responsabilidade, exige voto consciente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.