quinta-feira, 13 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
El Niño preocupa produtores, e projeção da safra de trigo fica 18,6% menor Troca de comando na Gol: Andre Fehlauer assume como CEO da companhia aérea Vale prevê elevar processamento anual de cobre em 6 milhões de toneladas Dólar ronda R$ 5,18 e Bolsa reage, com economia dos EUA no radar Vendas do varejo crescem 0,5% em junho, com impulso dos supermercados PBG tem prejuízo ajustado de R$ 58,6 milhões no segundo trimestre, 53,1% maior Votorantim Cimentos lucra R$ 628,0 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 65% Track & Field lucra R$ 44,3 milhões no segundo trimestre, alta de 8,2% Iguá Saneamento registra prejuízo de R$ 198,9 milhões no segundo trimestre CSN Mineração lucra R$ 219,4 milhões entre abril e junho, alta de 89,5% El Niño preocupa produtores, e projeção da safra de trigo fica 18,6% menor Troca de comando na Gol: Andre Fehlauer assume como CEO da companhia aérea Vale prevê elevar processamento anual de cobre em 6 milhões de toneladas Dólar ronda R$ 5,18 e Bolsa reage, com economia dos EUA no radar Vendas do varejo crescem 0,5% em junho, com impulso dos supermercados PBG tem prejuízo ajustado de R$ 58,6 milhões no segundo trimestre, 53,1% maior Votorantim Cimentos lucra R$ 628,0 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 65% Track & Field lucra R$ 44,3 milhões no segundo trimestre, alta de 8,2% Iguá Saneamento registra prejuízo de R$ 198,9 milhões no segundo trimestre CSN Mineração lucra R$ 219,4 milhões entre abril e junho, alta de 89,5%
Economia

Suzano (SUZB3): Geração de caixa é destaque no 2T26, apesar de alavancagem e celulose desafiarem a tese

Money Times ·
Suzano (SUZB3): Geração de caixa é destaque no 2T26, apesar de alavancagem e celulose desafiarem a tese

A Suzano (SUZB3) apresentou um segundo trimestre de 2026 ( 2T26 ) marcado por forte geração de caixa, mas com desafios operacionais que devem continuar no radar dos investidores. Analistas destacaram o fluxo de caixa livre, enquanto custos mais altos, alavancagem e uma perspectiva menos favorável para os preços da celulose devem limitar a melhora da tese no curto prazo.

BTG Pactual , XP Investimentos e Itaú BBA avaliaram os resultados como amplamente em linha com as expectativas. As casas destacaram o desempenho da divisão de celulose e a forte geração de caixa, mas apontaram que parte relevante do fluxo veio de fatores menos recorrentes.

A Suzano registrou Ebitda de cerca de R$ 4,7 bilhões no trimestre, alta de 3% na comparação com o 1T26 e queda de 23% ante o mesmo período do ano passado.

O Itaú BBA calculou fluxo de caixa livre ajustado de R$ 3,3 bilhões , equivalente a um yield anualizado de aproximadamente 25%. Já BTG e XP chegaram a R$ 2,4 bilhões em suas respectivas metodologias, o que também representa uma geração robusta.

O indicador ajudou a reduzir a dívida líquida em 3% na comparação trimestral, para R$ 66,1 bilhões.

No entanto, a qualidade desse fluxo de caixa chamou atenção dos analistas. Segundo o BTG, cerca de R$ 483 milhões vieram da liberação de capital de giro , enquanto outros R$ 824 milhões foram provenientes de ajustes positivos de derivativos .

Para o banco, esses fatores são naturalmente menos recorrentes e mais difíceis de prever, levantando dúvidas sobre a capacidade de a companhia sustentar o mesmo nível de geração de caixa nos próximos trimestres.

A XP também destacou que o FCF recorrente foi robusto, mas ressaltou que a melhora foi amplamente explicada por derivativos e pela liberação de capital de giro, e não por uma operação estruturalmente mais forte.

Apesar da queda dos passivos da empresa, a relação entre dívida líquida e Ebitda em dólares subiu para cerca de 3,4 vezes , ante 3,3 vezes no primeiro trimestre.

O movimento ocorreu porque a redução da dívida foi mais do que compensada pela queda do Ebitda acumulado em 12 meses.

Para o BTG, a alavancagem continua sendo um obstáculo para a tese de investimento e a Suzano precisará acelerar o processo de desalavancagem para recuperar o interesse dos investidores.

O Itaú BBA também reconhece a melhora da geração de caixa, mas destaca que a relação dívida líquida/Ebitda em dólar avançou apesar da redução da dívida.

Do lado operacional, a divisão de celulose apresentou melhora sequencial, mas os custos continuam pressionando os resultados.

O Ebitda da celulose alcançou R$ 4,2 bilhões , alta de 3% ante o 1T26. Preços realizados mais altos em dólar e volumes maiores ajudaram a compensar a valorização do real e o aumento dos custos.

Ler a notícia completa no Money Times ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

Mais de Money Times

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›