"A cultura baiana é acolhedora de verdade", diz turista holandesa
Desde que leu, ainda na pré-adolescência, um livro infantil sobre cultura baiana, a holandesa Gamze Gunaydin passou a alimentar o desejo de conhecer o estado.
Em 2025, a especialista em software na área da saúde mental realizou o antigo sonho e veio a Salvador através do Experience Cultural Exchange, projeto de afroturismo idealizado pela arte-educadora Ingride Banzo, que promove imersões profundas na cultura afro-brasileira em Salvador e no Rio.
A jovem chegou alinhada à proposta de vivenciar isso, especialmente através da dança.
Nesta entrevista, Gamze fala da expectativa de voltar à cidade para novas imersões.O que te motivou a conhecer a Bahia?Quando era criança, li um livro infantil sobre a Bahia.
Desde então, sempre sonhei conhecer o estado.
Não existe uma razão lógica, é o tipo de coisa que a gente simplesmente não consegue explicar.
Aquele livro me marcou profundamente na minha infância.
Então, em 2025, quando soube do tour por Salvador, organizado por Ingride Banzo, senti que era um sinal e que eu precisava participar dessa experiência de sete dias na capital baiana.O que mais te encantou na cultura baiana?Fiz o tour com o meu namorado e ele não sabe dançar.
Mas ninguém se importou com isso, pelo contrário, as pessoas o incentivavam o tempo todo e adoravam ver que ele tentava, errava e continuava tentando.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.