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JBL BandBox Trio: o amplificador que eu queria ter quando comecei a tocar

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JBL BandBox Trio: o amplificador que eu queria ter quando comecei a tocar

Passei uma semana com o JBL BandBox Trio , usando o equipamento principalmente com guitarra e também um pouco com baixo. Testei diferentes volumes, efeitos e configurações, além do aplicativo, recursos de inteligência artificial, bateria eletrônica, looper, metrônomo e afinador.

Foi a primeira vez que usei um amplificador com aplicativo próprio e recursos de IA. E, depois de uma semana, concluí que o BandBox Trio é o tipo de equipamento que eu gostaria de ter tido quando estava aprendendo a tocar guitarra.

Não porque ele seja o melhor amplificador que já testei, mas porque reúne várias ferramentas que eu teria usado muito naquela época.

Antes de ligar o equipamento pela primeira vez, esperava encontrar um amplificador com alguns efeitos digitais, mas a proposta é bem mais ampla. Vale dizer que, antes de usar, não conhecia o produto .

O BandBox Trio também funciona como caixa Bluetooth, reúne entradas para diferentes fontes de áudio e oferece ferramentas para quem toca e pratica sozinho.

E, apesar da quantidade de recursos, começar a usar é simples. Para tocar, basta conectar a guitarra ou o baixo pelo cabo P10. Para ouvir música, é só parear via Bluetooth.

O recurso que mais me impressionou foi a separação de instrumentos por IA. Ao reproduzir uma música pelo Bluetooth, o sistema permite reduzir ou remover três grupos: guitarra, voz e “outros”. Essa última categoria reúne baixo, bateria e demais instrumentos.

Para quem está aprendendo a tocar, é extremamente útil poder retirar a guitarra de uma música e tocar no lugar dela . Também dá para fazer o contrário: deixar apenas a guitarra para tentar entender o que o músico está tocando. O resultado, porém, não é perfeito.

Quando uma faixa fica isolada, principalmente a voz, aparecem pequenas alterações no áudio. São coisas discretas, mas perceptíveis. A limitação fica ainda mais evidente quando você percebe que não é possível separar individualmente baixo e bateria: ambos entram em “outros”.

No rap, a experiência foi mais interessante. Ao retirar a voz, o beat fica praticamente intacto, e é possível prestar atenção em elementos da produção que normalmente passam despercebidos.

Também dá para mudar o tom da música em até cinco semitons para cima ou para baixo, o que pode ajudar quem precisa adaptar uma música à própria afinação. Ou para quem quer deixar a música com voz do “Alvin e os Esquilos”.

Outra parte divertida foi descobrir os conjuntos de efeitos disponíveis. Há configurações voltadas a estilos como rock, pop, metal e blues, e é possível ajustar individualmente os pedais que fazem parte de cada conjunto.

Para mim, foi quase como ganhar acesso a uma coleção de pedais sem precisar comprar uma coleção de pedais . É especialmente interessante para quem está começando e ainda não sabe exatamente qual sonoridade gosta.

Mas existe uma limitação que aparece quando você tenta usar esses efeitos de maneira mais dinâmica: não há um switcher físico para ligar ou desligar os pedais durante a execução.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.

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