Apoiadores de Lula postam tatuagens em homenagem ao petista
Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiram eternizar na pele a vitória do petista sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no 2º turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25.out.2026).
Não está claro se há uso de inteligência artificial nas publicações que mostram tatuagens feitas em homenagem à virada eleitoral que garantiu a Lula um inédito 4º mandato.
A vitória também foi celebrada por integrantes do chamado “ Exército do Lula ”, movimento digital comandado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), que organizou ações de engajamento em favor do presidente durante as últimas semanas da campanha.
Assista (1min7s): Veja imagens das tatuagens: EXÉRCITO DO LULA Um dos principais movimentos de mobilização digital do 2º turno foi o “Exército do Lula”, organizado por Janones em um canal no WhatsApp.
O espaço reuniu milhões de seguidores e passou a distribuir tarefas diárias aos participantes, chamadas de “missões”.
Entre as orientações estavam compartilhar vídeos, produzir memes, comentar publicações e ampliar a circulação de conteúdos favoráveis a Lula.
O movimento também buscou levar mensagens para além dos grupos que já apoiavam o petista, estratégia descrita por Janones como “ furar a bolha ”.
A mobilização contou com a participação de artistas e influenciadores, que ajudaram a divulgar conteúdos da campanha e incentivar a participação eleitoral.
Na comemoração da vitória, Lula reconheceu publicamente a atuação de Janones e dos integrantes do movimento.
Chamou o deputado de “general” e afirmou que o grupo teve papel importante na campanha.
A dimensão do engajamento digital, porém, não permite determinar isoladamente quantos votos foram conquistados pela estratégia.
MOBILIZAÇÃO DEPOIS DAS URNAS Com a eleição encerrada, Janones anunciou que pretende manter o canal ativo durante o próximo mandato de Lula.
O deputado afirmou que a próxima missão do movimento será trabalhar para que o presidente alcance 90% de aprovação popular.
A permanência do grupo sinaliza uma tentativa de transformar a mobilização eleitoral em uma rede de apoio político ao governo.
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