Empresário usa eleição para vender vistos migratórios e vê 500% de alta em seu negócio
Editado por Stéfanie Rigamonti, espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme
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O empresário Leonardo Freitas, fundador e CEO da Hayman Woodward, escritório de advocacia migratória sediada em Washington (EUA) e Dubai, usou suas redes sociais para convidar seus mais de 180 mil seguidores a usarem seus serviços para sair do país caso tenham ficado insatisfeitos com o resultado da eleição presidencial.
Nos stories, em uma notícia que mostrava Lula como presidente reeleito do país , o empresário afirma "E você achando que o Brasil é um país sério... que tal passar os próximos cinco anos fora do Brasil?"
Em outra publicação, diz: "independente do resultado final, se os últimos acontecimentos não te convenceram a tirar todo o seu patrimônio de longo prazo do Brasil, eu não sei o que irá".
E em um vídeo postado em seu feed, Freitas diz que a vitória de Lula ( PT ) representa um problema a quem não está satisfeito com a decisão das urnas e se coloca como um solução.
"Você tem um problema, você não está satisfeito com o resultado das eleições do Brasil e agora você não sabe o que fazer", diz no começo do vídeo.
"Se você tem vontade de migrar para os Estados Unidos , Europa, Emirados Árabes Unidos, Singapura, inclusive outros países pelo mundo, nós temos a solução para você. Uma solução rápida, segura e totalmente legal", prossegue.
Segundo a Hayman Woodward, de um dia para o outro, a demanda por vistos migratórios da companhia subiu 500%, de uma média de 50 pedidos diários para 300 entre o domingo (25) da eleição e esta segunda (26).
A maior parte dos pedidos vem do sul do país, segundo a empresa, que diz que já conseguiu aprovar, ao longo de sua existência, mais de 55 mil pedidos de green card, que é o cartão de residência permanente dos EUA.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Mercado.