Tesouro Direto: taxa do IPCA+ 2032 cai sozinha em dia de alta dos juros
A falta de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio contribui com a alta dos juros globais nesta segunda-feira (10), à medida em que o preço do petróleo dispara e as incertezas em relação à duração do conflito aumentam.
É o que ocorre nos títulos públicos brasileiros, mas uma exceção chama a atenção: a queda da taxa do Tesouro IPCA+ 2032.
Favorito dos analistas de investimentos, com retorno real (descontada a inflação) de 8,1%, ele foi um dos ativos mais procurados pelas pessoas físicas em julho.
A falta de demanda dos bolsos grandes, como fundos e tesourarias, fez as taxas subirem.
E os bolsos pequenos aproveitaram.
A semana é especial para os atrelados à inflação porque antecede o vencimento do Tesouro IPCA+ 2026, com pagamento de R$ 258 bilhões, dos quais R$ 11,6 bilhões vão para pessoas físicas.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2032 paga IPCA + 8,08% ante IPCA + 8,11% na última sessão.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2040 retorna IPCA + 7,66%, ante IPCA + 7,64% na última sessão.
A aplicação no Tesouro Prefixado 2029 paga 14,09%, ante 14,06% na última sessão.
A aplicação no Tesouro Prefixado 2032 remunera 14,47%, ante 14,43% na última sessão.
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