Desemprego no Brasil atinge 5,4%, menor para o período em 2026
A taxa de desemprego do Brasil atingiu 5,4% no segundo trimestre de 2026, o menor patamar para o período na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.
Divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os dados revelam que 11 das 27 unidades da federação apresentaram índices abaixo da média nacional, com cinco delas registrando taxas inferiores a 3%.
A taxa de desemprego nacional alcançou 5,4% no segundo trimestre de 2026, sendo o menor registro para o período desde 2012.
Onze estados apresentaram índices inferiores à média do país, destacando-se Santa Catarina com 2,1%, a menor taxa.
Mulheres e pessoas negras continuam com taxas de desocupação acima da média nacional, apesar da queda no desemprego de longa duração.
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada na manhã desta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Em cinco deles, o índice sequer chega a 3%.
Panorama estadual do desemprego Veja quais estados atingiram nível de desemprego abaixo da média nacional: Santa Catarina: 2,1% Mato Grosso: 2,2% Espírito Santo: 2,3% Rondônia: 2,6% Mato Grosso do Sul: 2,7% Paraná: 3,1% Minas Gerais: 3,8% Goiás: 4,0% Tocantins: 4,1% Rio Grande do Sul: 4,2% Roraima: 5,0% Média Brasil: 5,4% Paraíba: 5,4% São Paulo: 5,4% Rio Grande do Norte: 5,6% Maranhão: 6,0% Pará: 6,2% Distrito Federal: 6,5% Acre: 6,6% Ceará: 6,6% Rio de Janeiro: 7,1% Amazonas: 7,5% Alagoas: 7,9% Sergipe: 7,9% Piauí: 8,3% Pernambuco: 8,3% Bahia: 9,1% Amapá: 9,8% O analista da pesquisa, William Kratochwill, explica que a diferença entre os estados é proporcionada por fatores ligados aos níveis de industrialização, evolução da atividade econômica e de instrução da população.
“Santa Catarina e a região Sul como um todo apresentam níveis muito mais fortes que os estados do Norte e Nordeste”, assinala.
Na média nacional, a taxa de 5,4% no segundo trimestre representa recuo em relação aos 6,1% do primeiro trimestre.
Já entre as unidades da federação, o desemprego diminuiu em 13 localidades.
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