Hapvida (HAPV3) ganha fôlego e sobe mais de 3%
As ações da Hapvida ( HAPV3 ) têm a melhor performance do Ibovespa (IBOV) no pregão desta terça-feira (18), em dia de volatilidade no mercado doméstico.
Por volta de 14h (horário de Brasília), HAPV3 operava com alta de 3,50%, a R$ 6,81.
No mesmo horário, IBOV subia 0,09%, aos 166.927,80 pontos.
Na máxima intradia, os papéis da companhia chegaram a R$ 7,07. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "HAPV3", "HAPV3" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "1173910" } ); Sem notícias relevantes sobre a companhia, os papéis reduzirem as perdas da semana passada, em um movimento técnico.
“Como o papel caiu bastante nos últimos dias, temos um movimento de ajuste hoje”, afirma Marcos Bassani, sócio da Boa Brasil Capital.
“Os investidores acabam vendo a ação como uma oportunidade de repique e fazem um trade tático na tentativa de uma alta em um curto espaço de tempo”, acrescenta.
HAPV3 se destaca entre ações mais shorteadas do Ibovespa, com 17,65% do free float alugado, o maior percentual entre os papéis do índice, segundo o Bradesco BBI.
A ação também aparece entre as maiores taxas de aluguel, a 18,22%, sinalizando uma posição relevante de investidores apostando contra o papel.
Apesar da valorização no pregão de hoje, as ações da operadora de saúde acumulam queda de 40,25% em agosto.
Em 12 meses, o saldo é negativo em 82,73%.
Somente no pregão da última quinta-feira (13), a empresa perdeu R$ 1,6 bilhão em valor de mercado em reação ao balanço do segundo trimestre (2T26).
Os números do 2T26 No 2T26, a companhia registrou lucro líquido ajustado de R$ 12,5 milhões, tombo de 95,8% ante o resultado registrado um ano antes.
A empresa apurou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 504,4 milhões, queda de 44,3% na comparação com o segundo trimestre de 2025.
Já a taxa de sinistralidade ficou em 75,2%, alta de 1,3 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior.
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