Setembro Verde: dobraduras em hospital da Grande Curitiba representam fila de transplante
Uma dobradura de papel é pequena.
Milhares delas reunidas ajudam a dimensionar uma espera que envolve milhares de famílias.
Como ação do Setembro Verde, o Hospital Angelina Caron (HAC) fará a terceira edição da exposição Histórias de Transplantes , A iniciativa foi criada para aproximar a sociedade das histórias de pacientes transplantados e ampliar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos.
Neste ano, a exposição ganha uma instalação formada por 5 mil tsurus, origamis tradicionalmente associados à esperança e à longevidade, que irão representar as mais de 5 mil pessoas que aguardam pela oportunidade de receber um órgão ou tecido no Paraná.
A exposição estará no Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Grande Curitiba, entre 21 de setembro e 21 de outubro.
A construção da instalação será coletiva e começa antes mesmo da abertura da mostra.
Nesta quarta-feira (2), à tarde, o Hospital Angelina Caron promove uma oficina de origami aberta à comunidade, reunindo também colaboradores, pacientes e acompanhantes para o início da produção dos tsurus.
As dobraduras feitas durante a atividade serão incorporadas à instalação que seguirá para o Aeroporto Afonso Pena, transformando a participação de cada pessoa em parte da exposição.
A ação acontece durante o Setembro Verde, mês dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos e ganha significado especial no ano em que o Hospital Angelina Caron completa 25 anos de atuação em transplantes.
Trajetória Nesse cenário, o Hospital Angelina Caron construiu uma trajetória de referência na realização de transplantes no Paraná.
Desde o início do serviço, em 2001, o HAC já realizou 3.401 transplantes, número contabilizado até 16 de agosto de 2026.
Somente neste ano, até a mesma data, foram 98 procedimentos, entre transplantes de rim, fígado, coração, pâncreas-rim, córneas e medula óssea, além do transplante renal intervivos.
Em 2026, o hospital já contabiliza 34 transplantes renais, 24 de fígado, 20 de medula óssea e quatro de coração, entre outros procedimentos.
São 25 anos de atuação em uma área que exige estrutura de alta complexidade, equipes especializadas e acompanhamento contínuo dos pacientes.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.