Rosamaria faz coro a Gabi, sai em defesa de Tifanny e pede avanços na luta pelos direitos LGBT
Tifanny se pronuncia sobre o banimento de mulheres trans no vôlei: "Não vou me calar" Rosamaria foi mais uma medalhista olímpica a sair em defesa de Tifanny nas redes sociais.
Depois de a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) mudar a política de elegibilidade para a categoria vetando a participação de mulheres trans no vôlei nacional, a jogadora da seleção brasileira fez coro a Gabi Guimarães e Sheilla no apoio à oposta do Osasco.
Rosamaria pediu avanços na luta pelos direitos das pessoas LGBTQIAPN+ e criticou a mudança de regulamento feita "da noite pro dia" que impediu Tifanny de exercer sua profissão.
Dona de uma prata e um bronze em Olimpíadas, Rosamaria compartilhou em suas redes sociais na terça-feira o posicionamento de Gabi, capitã da seleção brasileira, e postou sua defesa a Tifanny, embora não tenha mencionado o nome da oposta do Osasco. + Capitã da seleção, Gabi Guimarães presta apoio à Tifanny após CBV banir mulheres trans + Tifanny se pronuncia pela primeira vez sobre banimento de mulheres trans pela CBV + Tifanny está liberada para jogar o Campeonato Paulista, diz federação Rosamaria em Brasil x Japão, Liga das Nações Feminina de vôlei Volleyball World Confira a íntegra do posicionamento de Rosamaria Coincidentemente, semana passada eu e Gabi tivemos uma conversa bem interessante sobre muitas coisas que vêm acontecendo no nosso meio.
Acho que ela traduziu muito bem nesse texto a ideia que trocamos.
De qual maneira vamos poder garantir que todas as mulheres, cis e trans, tenham os seus direitos respeitados e preservados em qualquer ambiente? Seja ele amoroso, familiar, profissional, esportivo? Não podemos, toda vez que avançarmos uma casa, retroceder outras duas na luta pelos direitos LGBTQIA+.
Permitir que seja levantada a bandeira quando é conveniente e abaixada quando o assunto fica complexo.
É nossa obrigação como sociedade encontrar os meios que garantam esses direitos e tornem o esporte um espaço efetivamente inclusivo.
Certamente, negar o acesso de um atleta profissional ao seu trabalho da noite pro dia vai de encontro a essa responsabilidade coletiva.
Esse é um assunto que deve ser debatido, conversado.
A gente precisa ouvir, aprender.
Nenhum de nós nasceu sabendo de tudo.
O mais importante é estarmos abertos a evoluir e abrir a nossa mente dia após dia.
Acima de tudo, QUERER ser melhor pra gente e pro outro, aprendendo de qual maneira vamos transformar o nosso mundo em um lugar inclusivo e igualitário.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.