Medo das canetas? 'Temos opções para todos os consumidores', diz Subway
Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× As 'canetas emagrecedoras' já deixaram de ser um fenômeno restrito às farmácias e consultórios médicos e começam a produzir efeitos no comportamento de consumo —inclusive à mesa.
No Brasil, o uso de medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro cresceu mais de 200% no primeiro trimestre de 2026, na comparação anual, segundo levantamento da Scanntech. Outro dado, baseado em informações da Anvisa, aponta alta de 23,2% nas vendas de medicamentos à base de semaglutida e tirzepatida no primeiro semestre.
Com isso, o varejo alimentar tem buscado se adequar aos novos consumidores. Redes e estabelecimentos independentes passaram a testar porções menores, opções com mais proteínas e pratos pensados para consumidores que sentem menos fome ou se satisfazem com quantidades menores.
É nesse cenário que o Subway tenta se posicionar. Em entrevista ao programa Mídia e Marketing, do UOL , Rodrigo Munaretto, executivo da rede no Brasil, fala sobre o impacto dessa transformação nos hábitos alimentares e diz que a marca não pretende escolher um único perfil de consumidor.
A estratégia passa por oferecer diferentes combinações e possibilidades de personalização, uma resposta a um mercado em que comer fora de casa também começa a ser influenciado pela nova relação dos brasileiros com a comida. Confira, acima, o programa na íntegra.
Já temos opções para qualquer tipo de consumidor, com molhos e porções para diferentes gostos. Nós temos receitas, por exemplo, de salada que vieram de combinações de consumidores. Além disso, temos lojas perto de academias que vendem muito mais do que as outras, por dar a possibilidade de um incremento em proteína. Rodrigo Munaretto, diretor de marketing e vendas do Subway
Temos um Subway em cada estado do Brasil. É a marca americana mais democrática por aqui. São quase 1.500 lojas, em 500 cidades de todo o Brasil a partir de 1:17
Com catupiry e carne seca, lançamos uma campanha que chama 'Brasilidades' durante a Copa do Mundo. No nosso portifólio, por exemplo, usamos poucas palavras em inglês para ser mais democrático na comunicação. a partir de 4:00
A gente chama a pessoa que atende, que monta o sanduíche, de 'artista'. Eles têm um papel fundamental dentro da marca. O treinamento passa pelo time interno, vai para os franqueados e, depois, temos um sistema digital que conversa com as lojas - que vai de imagens a programa de incentivo. a partir de 6:21
Dentro do setor, estamos muito bem-posicionados em relação ao tema das canetas de emagrecimento. Isso porque já temos opções para qualquer tipo de consumidor, com molhos e porções para diferentes gostos. O legal da marca é não ter um padrão. a partir de 15:33
Promoção é pilar estratégico, mas a função é diferente. Hoje, se a operação não funcionar, ela não interessa para as pessoas. A composição de um bom preço e uma boa experiência é muito mais poderosa do que apenas preço baixo. a partir de 17:55
Um bom sistema de CRM faz toda diferença hoje. Assim conseguimos essa ultrapersonalização. Além disso, estamos ampliando esse banco de dados e entender o que as pessoas gostam.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.