Operação Contravigília: investigado por homicídio em Boa Vista é preso pela DGH
A Operação foi deflagrada nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira, 17 (Foto: ASCOM/PCRR) Durante o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária relacionados à investigação do homicídio de Jeremix Arturo Gonzalez Gonzalez, de 24 anos, E.R.F.Q., de 32 anos, foi preso nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (17), no âmbito da Operação Contravigília.
Ele é apontado como o responsável por monitorar a vítima e dar apoio logístico à execução do crime.
Na mesma ação, A.G.T.U., de 34 anos, foi preso por posse de munição.
A operação foi coordenada pela Delegacia-Geral de Homicídios (DGH).
Conforme apurado pela Polícia Civil, a ação criminosa foi previamente planejada e executada de forma coordenada por, ao menos, cinco pessoas, que desempenharam diferentes funções no esquema.
Com base nos elementos reunidos ao longo da apuração, o delegado responsável representou pelas medidas judiciais, que foram autorizadas pela Justiça e cumpridas hoje.
A prisão temporária de E.R.F.Q. visa garantir o andamento das diligências e permitir o aprofundamento das apurações sobre a sua participação no caso.
O delegado Thiago Alexandre destacou que a operação representa mais uma etapa dos trabalhos e que a investigação segue em andamento.
“Chegamos a esta fase a partir de um trabalho contínuo de análise dos elementos reunidos.
Ainda temos diligências a cumprir para esclarecer completamente o homicídio e individualizar a responsabilidade de todos os envolvidos”, afirmou.
Segundo a autoridade policial, as equipes continuam em campo para identificar e responsabilizar os demais suspeitos, incluindo aqueles que atuaram diretamente na execução dos disparos e os que prestaram apoio logístico.
A Operação Contravigília contou com a participação de equipes da Seção de Investigação e Operação (SIOP) e do Setor de Análise e Investigação Criminal (SEAIC) da DGH, sob a presidência de Thiago Alexandre e atuação dos delegados João Evangelista e Carlos Henrique.
O nome da operação faz referência à própria dinâmica identificada nas investigações.
Segundo o delegado, o grupo teria monitorado a vítima por várias horas antes do crime.
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