Federação busca recursos para projeto de boxe com quatro núcleos em Roraima
Projeto da FIBERR prevê a criação de quatro núcleos de boxe em Roraima, incluindo uma unidade na comunidade indígena Anta II, em Alto Alegre. (Foto: Divulgação) A Federação Internacional de Boxe do Estado de Roraima (FIBERR) teve aprovado pelo Ministério do Esporte o projeto “Dando os Primeiros Passos no Boxe”, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.
A entidade agora busca patrocinadores para viabilizar a implantação de quatro núcleos da modalidade no estado.
O projeto prevê atividades para crianças, adolescentes e jovens, com unidades em diferentes regiões de Roraima.
A proposta inclui dois núcleos em Boa Vista, um no Cantá e outro na comunidade indígena Anta II, em Alto Alegre.
A unidade em Alto Alegre será instalada em uma comunidade indígena.
A iniciativa pretende ampliar o acesso ao boxe para jovens que vivem fora dos principais centros urbanos e também identificar atletas com potencial para seguir na modalidade.
Projeto já havia sido aprovado em Roraima Antes da aprovação pelo Ministério do Esporte, o “Dando os Primeiros Passos no Boxe” já havia recebido aprovação por meio do PROESPORTE, programa estadual de incentivo ao esporte.
No entanto, a FIBERR não conseguiu captar os recursos necessários para colocar a proposta em prática.
Com a aprovação na Lei de Incentivo ao Esporte, a federação poderá apresentar o projeto a empresas de diferentes regiões do país e buscar recursos para a execução dos quatro núcleos.
Segundo o presidente da FIBERR, Helton Cavalcante, a entidade pretende ampliar a busca por patrocinadores após a aprovação nacional.
“Já tivemos a experiência de aprovar o projeto em Roraima, mas infelizmente não conseguimos captar os recursos.
Agora, com a aprovação no Ministério do Esporte, vamos ampliar nossa busca e apresentar o projeto para empresas de todo o Brasil” , afirmou.
Cavalcante também destacou a previsão de atendimento à comunidade indígena.
“Queremos encontrar parceiros que acreditem no esporte e na capacidade que o boxe tem de transformar vidas, inclusive levando oportunidades às comunidades indígenas” , disse.
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