Itália aprova “ajuda emergencial” de R$ 9,1 milhões à Colômbia
O governo italiano aprovou nesta sexta-feira (14) um pacote de ajuda humanitária de 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 9,1 milhões) para a Colômbia, visando auxiliar a recuperação socioeconômica das regiões devastadas por um terremoto no último dia 10.
O tremor deixou um rastro de destruição com mais de 280 mortos e milhares de feridos e desabrigados.
A Itália aprovou um pacote inicial de 1,5 milhão de euros em ajuda humanitária para a Colômbia.
O objetivo é apoiar a recuperação das áreas afetadas pelo terremoto que devastou o país.
A iniciativa será implementada em parceria com a Cruz Vermelha e agências da Organização das Nações Unidas.
A medida, anunciada pelo Ministério das Relações Exteriores da Itália, é considerada uma “resposta emergencial inicial” para acelerar a recuperação.
O terremoto ocorrido no último dia 10 resultou em um cenário desolador, com mais de 280 mortos, 379 desaparecidos, 3.971 feridos e a destruição de ao menos 10 mil imóveis.
As intervenções do governo de Roma serão executadas em colaboração com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, além de agências das Nações Unidas (ONU) sediadas na capital italiana, como o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Como a ajuda será implementada? A Farnesina, nome pelo qual é conhecido o Ministério das Relações Exteriores italiano, também estuda o envio de ajuda humanitária adicional ao país sul-americano, utilizando a rede logística da ONU.
A Colômbia tem recebido apoio de diversas nações após a catástrofe.
Além do aporte inicial, o governo italiano prevê outras ações futuras, com um montante total de 3 milhões de euros (cerca de R$ 18,2 milhões), direcionadas ao fortalecimento da resiliência comunitária e ao suporte à recuperação das regiões atingidas pelo tremor.
Nesse caso, as iniciativas serão implementadas através da Agência Italiana de Cooperação para o Desenvolvimento (AICS) em parceria com organizações da sociedade civil.
A execução dessas ações levará em conta a evolução da situação no terreno e as prioridades identificadas em conjunto com as autoridades locais e os parceiros internacionais.
Apoio internacional e monitoramento O vice-premiê italiano e chefe da pasta, Antonio Tajani, tem acompanhado de perto a emergência na Colômbia desde o início.
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