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Ela estava na plateia do primeiro Rock in Rio; agora, aos quase 60 anos, cantora Badi Assad volta ao festival como atração

Revista Fórum ·
Ela estava na plateia do primeiro Rock in Rio; agora, aos quase 60 anos, cantora Badi Assad volta ao festival como atração

Em 1985, Badi Assad foi ao primeiro Rock in Rio como parte do público .

Quarenta e um anos depois, a cantora, compositora e violonista paulista retorna ao festival, mas desta vez no palco .

Aos 60 anos e celebrando 35 anos de carreira, ela apresentou o show “TRANSFORMA” neste sábado (12).

A diferença entre as duas edições resume parte da própria trajetória de Badi.

Quando acompanhou o primeiro festival, ela ainda construía sua carreira como violonista .

Desde então, tornou-se uma artista reconhecida internacionalmente por combinar violão, voz, percussão corporal e movimento em apresentações que desafiam uma definição única de gênero ou formato.

O retorno ao Rock in Rio acontece em um momento de celebração, mas também de retrospectiva .

Em 2026, Badi lançou o álbum “Badi Assad – 35 Anos Musicais”, que revisita diferentes fases de sua produção, e prepara para o festival um espetáculo que trata justamente de mudanças e reinvenções.

Em “TRANSFORMA”, dirigido por Deco Gedeon, a artista percorre temas como desigualdade, diversidade, pertencimento e liberdade .

O repertório combina músicas de sua própria carreira com obras de artistas brasileiros e estrangeiros , entre eles Luiz Gonzaga, Caetano Veloso, Gonzaguinha, BaianaSystem, Lenine, Nando Reis, Raul Seixas, Lorde, Sinéad O’Connor e Mumford & Sons.

O espetáculo usa diferentes momentos da carreira de Badi para falar sobre transformação, um tema que, no caso dela, também está ligado à própria experiência profissional.

Em entrevista da artista à Rádio MEC, em fevereiro desse ano, ela comentou sobre a marca na sua carreira.

“Foram 35 anos de muita produção e de muita alegria em saber que contribuo para o mundo de certa forma com minha música”, disse.

Sua trajetória Nascida em São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, como Mariângela Assad Simão, cresceu em uma família de músicos.

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