Master, Lulinha, INSS e Dark Horse elevam munição e desafios para campanhas
Os candidatos à presidência têm enfrentado temas que servem tanto como munição para ataques, quanto levantam questões que precisam ser explicadas por eles.
Envolvimento com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro , desvios no INSS e acusações contra o filho de Luiz Inácio Lula da Silva são assuntos usados pelas campanhas para atacar os adversários.
O principal desafio para os presidenciáveis que aparecem à frente nas pesquisas são as ligações com o Banco Master.
Lula e Flávio Bolsonaro (PL) têm respondido sobre os vínculos com o ex-banqueiro.
Leia mais Brasil deve retomar reuniões sobre tarifaço com EUA na semana que vem Zema promete anistia ou "tribunal não político" a condenados por golpe EUA e Coreia do Sul concordam em manter cooperação sobre Coreia do Norte Financiamento de Dark Horse Flávio Bolsonaro (PL) foi o primeiro a ser obrigado e explicar sua relação com Vorcaro.
Áudios vazados em maio mostraram o senador pedindo recursos para o ex-banqueiro, que seriam destinados ao filme “Dark Horse”, sobre a trajetória política de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) .
O ex-dono do Banco Master repassou R$ 61 milhões para a produção.
Flávio afirmou que se tratavam de negócios privados e negou que houvesse qualquer irregularidade no pedido.
Durante entrevista à CNN logo após a revelação, o candidato se comprometeu a prestar contas sobre as despesas do filme.
Ontem, ele recuou da promessa e se negou a esclarecer a situação.
O documento que veio a público foi apresentado em junho, anexado ao inquérito da polícia e aponta que o filme custou R$ 75 milhões, dos quais R$ 54 milhões foram gastos no exterior e R$ 20,9 milhões, no Brasil.
Não há, porém, recibos nem notas fiscais dos gastos, nem detalhamento.
As campanhas adversárias têm usado esse fato para atacar Flávio.
Reunião de Lula com Vorcaro O caso Master também respinga sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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