Candidatos à presidência iniciam campanha de 2026 nas ruas do país
Os principais candidatos à Presidência da República iniciaram, neste domingo (16), a campanha eleitoral nas ruas do país.
O pontapé inicial marcou o período permitido pela Justiça Eleitoral para atos de propaganda virtual e comícios, que se estendem até 3 de outubro, véspera do primeiro turno.
De acordo com a Lei das Eleições e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os atos de campanha são permitidos até um dia antes do primeiro turno.
Os comícios estão autorizados entre as 8h e a meia-noite, até 1º de outubro.
A campanha presidencial de 2026 é oficialmente aberta neste domingo (16), com diversos candidatos lançando suas candidaturas nas ruas do país.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou comício em São Bernardo do Campo, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) fez seu ato em Copacabana e Ronaldo Caiado (PSD) percorreu municípios em Goiás.
Outros candidatos, como Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante) e Hertz Dias (PSTU), também iniciaram suas atividades, apresentando suas propostas iniciais.
Lula (PT) inicia campanha em São Bernardo do Campo O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou oficialmente sua busca do quarto mandato em comício no Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), na Região Metropolitana de São Paulo.
“A partir de hoje, só vamos dormir direito em 5 de outubro.
Cada militante nosso tem de andar com a comparação do que nós fizemos e do que os outros fizeram”, discursou a um estádio cheio, conclamando a participação ativa da militância na campanha.
O local foi escolhido justamente pela relação com sua história política.
Palco das assembleias de operários das metalúrgicas do ABC, teve greves importantes para pressionar uma ditadura militar que já dava sinais de cansaço, em 1979.
Primeiro ato de campanha do presidente Lula, no estádio 1º de Maio.
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil O evento adiantou as linhas gerais de campanha de Lula, com destaque para a defesa da soberania, pautas sociais e as questões em disputa com os partidos de direita, como o papel da mulher e as diferenças de abordagem em relação à segurança pública.
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