Flávio compara caso Habib's com Casas Bahia, e diz: "Não resistiu ao Lula"
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) comparou, nesta quinta-feira (27/8), a situação financeira do Habib’s à das Casas Bahia, após ambas as empresas recorrerem à recuperação judicial em meio a dificuldades financeiras.
Ao comentar o pedido de recuperação judicial da rede de restaurantes, que declarou dívida de R$ 265,2 milhões , o parlamentar atribuiu a situação financeira das empresas à política econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) .
“Semana passada nós falamos das Casas Bahia, que fecharam as suas portas, né? Mais de 300 lojas das Casas Bahia que fecharam.
E agora mais uma gigante aqui, que tenho certeza está na memória de muita gente”, afirmou Flávio durante live.
“Mas agora quem não sobreviveu, quem não resistiu ao Lula foi o Habib’s”, disse.
Leia também Brasil Habib’s pode fechar após pedido de recuperação judicial? Entenda Brasil Pandemia e Selic: os motivos do pedido de recuperação judicial do Habib’s Brasil Habib’s entra em recuperação judicial e declara dívida de R$ 265 milhões Habib’s entra com pedido de recuperação judicial O pedido de recuperação judicial envolve o Grupo Gennius, responsável também pelas redes Ragazzo e Tendall Grill, e inclui dezenas de empresas ligadas à operação.
Com a medida, o conglomerado busca reorganizar as dívidas e manter as atividades enquanto negocia com os credores.
Segundo o grupo, as operações continuam funcionando normalmente em todo o país, sem impacto no atendimento ao público.
A recuperação judicial é apresentada pela empresa como uma medida para preservar as atividades e permitir a reorganização financeira do negócio diante do cenário de maior pressão sobre as contas.
Entre os fatores apontados pelo grupo para a crise estão os efeitos da pandemia de Covid-19 sobre as lojas físicas, a mudança no comportamento do consumidor com a expansão das plataformas de delivery e a alta da taxa básica de juros, que elevou o custo das dívidas.
Com o pedido, o grupo terá até 60 dias para apresentar um plano de recuperação judicial .
O documento deverá ser submetido à análise dos credores.
Caso o plano não seja aprovado, a empresa poderá ter a recuperação convertida em falência.
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