CMN corta juros a 3% para minerais críticos e libera capital de giro
O CMN (Conselho Monetário Nacional) reduziu para 3% ao ano o custo dos recursos do Brasil Soberano para investimentos e máquinas na cadeia de minerais críticos e estratégicos.
Decisão foi aprovada em reunião extraordinária hoje. O custo da fonte de recursos para investimentos caiu de 6,5% para 3% ao ano, enquanto o de compra de máquinas e equipamentos recuou de 8% para 3%.
CMN também liberou linhas de capital de giro para empresas da cadeia de adubos e fertilizantes. A medida alcança fabricantes desses produtos, produtores de insumos intermediários e companhias que extraem minerais usados na fabricação de fertilizantes.
Antes da mudança, essas empresas podiam usar o plano apenas para investimentos de longo prazo e compra de bens de capital. O Ministério da Fazenda afirma que a ampliação considera o ciclo financeiro do setor, que paga insumos importados antes de receber pelas vendas aos produtores rurais.
Custo de 3% não representa necessariamente a taxa final cobrada das empresas. O valor inclui a remuneração do BNDES e, nas operações indiretas, a do agente financeiro.
Resolução 5.336 prorrogou até 31 de dezembro de 2027 o prazo para protocolar pedidos de financiamento no BNDES. As condições para minerais críticos valem para indústrias e empresas de base tecnológica que beneficiem, refinem ou transformem minerais no Brasil.
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