Setor de serviços emprega 15,9 milhões, salário médio de 2,2 mínimos
O setor de serviços não financeiros do Brasil empregou 15,9 milhões de pessoas em 2024, consolidando-se como um pilar fundamental da economia nacional.
Estes trabalhadores receberam, em média, o equivalente a 2,2 salários mínimos mensais, conforme os dados da Pesquisa Anual de Serviços, divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2022, o segmento contava com 1,9 milhão de empresas ativas, responsáveis pelo pagamento de R$ 644,2 bilhões em salários e remunerações diversas.
O levantamento mais recente do IBGE revela a pujança do setor, que gerou uma receita operacional líquida de R$ 3,5 trilhões em 2024 e adicionou R$ 2,1 trilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) do país.
O setor de serviços empregou 15,9 milhões de pessoas em 2024, com salário médio de 2,2 salários mínimos.
A Pesquisa Anual de Serviços do IBGE aponta que atividades de alimentação são as maiores empregadoras.
Trabalhadores do transporte dutoviário registraram a maior remuneração, alcançando 21,1 salários mínimos em média.
A Pesquisa Anual de Serviços abrange um vasto leque de atividades, incluindo educação, escritórios de advocacia, imobiliárias, restaurantes, salões de beleza, tecnologia da informação, telecomunicações, transportes, turismo e vigilância.
É importante notar que instituições bancárias não estão incluídas neste escopo.
Devido a mudanças metodológicas e na forma de coleta dos dados, o IBGE interrompeu a série histórica da pesquisa.
Assim, não é possível realizar comparações diretas com edições anteriores do levantamento, o que impede uma análise evolutiva de longo prazo baseada nos novos parâmetros.
Quais atividades mais empregam no setor de serviços? O ramo classificado como atividades de alimentação — que engloba restaurantes, bares e bufês — desponta como o maior empregador do setor.
Ele absorve 1,9 milhão de pessoas, representando 11,7% da mão de obra total das empresas de serviços não financeiros.
Em seguida, surge o contingente de serviços técnico-profissionais, com 1,8 milhão de trabalhadores, correspondendo a 11,2% dos postos de trabalho.
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