Dos títulos às decepções: a trajetória de Messi pela Argentina
Canhoto, dono de um talento inigualável e transformado ao longo dos anos para se tornar um líder incontestável, Lionel Messi deixa a seleção argentina como capitão e protagonista dos maiores momentos de alegria da história da ‘Albiceleste’.
Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp Aos 39 anos, Messi encerrou nesta segunda-feira uma trajetória de 21 anos com a seleção, marcada por derrotas dolorosas, uma aposentadoria “relâmpago”, um retorno triunfal, uma consagração há muito aguardada… E um romance eterno.
“Falta pouco, algumas etapas vão se encerrando e esta é uma que dói muito.
Amo, amei e sempre amarei estar na seleção.
Dei tudo, não tenho mais nada a dar e, além disso, estão surgindo jovens muito bons que merecem estar lá”, escreveu o astro no Instagram.
Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Leo Messi (@leomessi) O último capítulo foi a final da Copa do Mundo de 2026, com uma derrota para a Espanha por 1 a 0 no dia 19 de julho, três anos e sete meses depois do seu momento mais feliz: o título mundial de 2022, no Catar.
Messi deixa um legado imensurável para a Argentina, com números que parecem quase impossíveis de superar, tendo se tornado há muito tempo o jogador com mais jogos pela ‘Albiceleste’ (207).
Ele também se despede como o maior artilheiro da história da seleção, com 125 gols, recordista em assistências (68) e mais jogos disputados em Copas do Mundo (34).
Foto por KIRILL KUDRYAVTSEV / AFP A esta altura, Messi agora pode encarar com outros olhos sua estreia em 2005, quando o técnico José Pekerman o tirou do banco em um amistoso contra a Hungria.
Na ocasião, ele permaneceu em campo por menos de um minuto, sendo expulso após atingir um adversário no rosto com a mão.
Legado para a história Nascido em Rosário, cerca de 300 km ao noroeste de Buenos Aires, Messi vive em Miami desde 2023 com a esposa, Antonela Roccuzzo, e seus três filhos.
Depois de conquistar a Europa com o Barcelona (2004-2021) e de uma passagem de dois anos pelo Paris Saint-Germain, ele assinou com o Inter Miami para competir em uma liga de menor expressão e poupar as energias visando dar o máximo pela seleção.
Seu legado marca um compromisso inabalável com a Argentina, uma escolha que fez ainda jovem e manteve mesmo quando, já radicado em Barcelona, poderia ter jogado pela Espanha, mas optou por aguardar a convocação do país onde nasceu.
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