Meu Corinthians de todos os tempos
O Corinthians completa 116 anos.
Um gigante do futebol mumdial, um dos maiores cases de pertencimento de um clube, uma torcida que tem um clube e não um clube que tem uma torcida, como gostam de dizer os fiéis.
Em homenagem ao Corinthians, eu que sou são-paulino, escolhi o maior Timão de todos os tempos.
É a visão de quem admirou e também sofreu com tantos craques.
Escrevi apenas sobre quem eu vi jogar, a partir dos anos 70.
Por isso, não estão lendas como Baltazar, Cláudio Cristóvão de Pinho e Neco.
DIDA – O goleiro do primeiro título mundial, um iceberg negro.
Poderia ser Cássio, mas Dida pegou dois pênaltis de Raí no mesmo jogo.
ZÉ MARIA – Veio da Portguesa e se encontrou no Corinthians, tornando-se um representante da raça alvinegra.
GAMARRA – O melhor zagueiro que já vi atuar.
Colocação primorosa, que lhe permitia antecipações.
Praticamente não fazia faltas.
Imagino como seria uma dupla deste paraguaio com o uruguaio Dario Pereyra.
CHICÃO – Poderia ser Amaral, mais técnico, poderia se Fábio Luciano, mas prefiro ficar com o raçudo, que cobrava faltas com perfeição.
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