Adesivos em carros lideram denúncias de propaganda irregular no PI; veja quando são proibidos
Início da propaganda eleitoral: regras valem para internet, comícios, som e atos de rua O aplicativo Pardal recebeu 18 denúncias de possíveis irregularidades na propaganda eleitoral no Piauí desde o início do funcionamento da ferramenta, em 16 de agosto, até esta sexta-feira (21).
Os registros foram feitos em Teresina e São Raimundo Nonato.
Entre os tipos de irregularidade, os adesivos em automóveis estão entre os mais denunciados, com quatro casos.
Outras quatro denúncias envolvem emissoras de rádio e televisão.
Na sequência aparecem carros de som, minitrios ou trios elétricos, com três registros, e propaganda em vias públicas, com dois. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Apesar de aparecerem entre os tipos mais denunciados, adesivos em carros não são proibidos de forma geral.
A legislação eleitoral permite a propaganda em veículos, mas estabelece limites para o tamanho e o local de instalação.
Quando o adesivo em carro é proibido? De acordo com as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as Eleições 2026, é permitido colocar adesivo plástico de até 0,5 m² em automóveis, caminhões, bicicletas e motocicletas.
No para-brisa traseiro, também é permitido utilizar adesivo microperfurado em toda a extensão do vidro.
Nesse caso, não se aplica o limite de 0,5 m².
Em outras partes do veículo, porém, o adesivo não pode ultrapassar esse tamanho.
A regra também considera irregular a justaposição de adesivos que, juntos, ultrapassem o limite de 0,5 m² e produzam um único efeito visual.
Ou seja, não é possível dividir uma propaganda grande em vários adesivos menores apenas para tentar contornar a regra.
Outro ponto é que a propaganda em bens particulares deve ser espontânea e gratuita.
O proprietário do veículo não pode receber dinheiro em troca da utilização do carro para propaganda eleitoral.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Piauí.