Após teste de DNA, vendedor de carros é reconhecido como príncipe na Bélgica
O resultado de um exame de DNA levou um vendedor de carros a virar príncipe na Bélgica.
Clément Vandenkerckhove, de 26 anos, foi legalmente reconhecido pelo príncipe Laurent da Bélgica como seu filho e herdeiro em uma discreta cerimônia na prefeitura há seis meses, mas os detalhes do caso só vieram à público nos últimos dias.
A mãe de Vandenkerckhove, uma cantora belga que teve um relacionamento com o Príncipe Laurent na década de 1990, revelou a identidade do pai quando ele completou 16 anos.
O jovem, porém, só tomou a iniciativa de procurá-lo quatro anos mais tarde.
Uma série de conversas depois, os dois se encontraram pela primeira vez, quando Laurent sugeriu que ambos fizessem um teste de DNA, segundo informações da BBC News e do The Telegraph .
O laboratório informou uma correspondência de DNA de 99,5% , de acordo com Vandenkerckhove.
O mais novo príncipe belga não tem direitos ao trono e, portanto, não fará parte da linha de sucessão ao trono da Bélgica.
O ex-vendedor de carros foi legalmente reconhecido como filho e herdeiro do irmão mais novo do Rei Philippe, que tem 63 anos.
Sua meia-irmã é a princesa Louise, de 20 anos, e seus meio-irmãos são os príncipes Aymeric, 19, e Nicolas, 20, filhos que Laurent teve com a Princesa Claire, com quem é casado desde 2003.
Continua após a publicidade Ao contrário deles, seus privilégios não irão incluir uma mesada real nem funções oficiais.
Ele também não participará de eventos públicos da realeza.
O que a formalidade garantiu ao novo príncipe são os direitos de herança sobre o patrimônio privado de Laurent em pé de igualdade com os meio-irmãos.
Não é a primeira vez que um episódio de paternidade é mantido em segredo na família real belga.
O próprio pai de Laurent, hoje com 92 anos, passou anos envolvido em uma disputa judicial até reconhecer, em 2020, que havia tido uma filha fora do casamento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.