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Magazine Luiza (MGLU3) se junta ao Mercado Livre (MELI34) para recuperar vendas online — mas Fred Trajano tem outra aposta para o longo prazo

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Como parte da estratégia para voltar a acelerar as vendas no online , o Magazine Luiza (MGLU3) anunciou, nesta quarta-feira (02), uma parceria para vender seus produtos de estoque próprio por meio da plataforma do Mercado Livre (MELI34) .

Com o acordo, cerca de 27 mil itens do Magalu passarão a ocupar as prateleiras virtuais da companhia argentina.

O catálogo inclui produtos do próprio Magazine Luiza e de duas marcas pertencentes ao grupo: a KaBuM! , especializada em tecnologia e games, e a Época Cosméticos .

Entre as categorias disponíveis estão móveis, eletrodomésticos, televisores, computadores, celulares, games, cosméticos e produtos de perfumaria.

A parceria será inaugurada com a abertura de uma loja oficial da empresa da família Trajano na plataforma do Meli.

O anúncio vem na sequência de acordos semelhantes feitos com Amazon , AliExpress, Americanas , I taú Shopping e Livelo .

A iniciativa segue um caminho já percorrido por concorrentes, como a Casas Bahia (BHIA3) , que vende parte de seu portfólio no Mercado Livre.

Com isso, as ações do Magazine Luiza lideram os ganhos do Ibovespa, com avanço de mais de 20,78% por volta das 13h30, negociadas a R$ 5,58.

No mesmo horário, o Ibovespa subia 2,66%, aos 184.512,03 pontos.

Ao mesmo tempo, a varejista anunciou uma iniciativa em outro braço de negócios: Magalu Delivery , serviço lançado em parceria com o aiqfome .

A plataforma foi adquirida pela varejista brasileira em 2020 e atua majoritariamente no interior do Brasil.

A retomada da força das vendas online no Magalu Para o Magalu, a parceria faz parte do plano de recuperar a força das vendas online, que perderam ritmo nos últimos trimestres após uma decisão deliberada da diretoria: ficar de fora da guerra de preços travada por gigantes como o próprio Mercado Livre , a Shopee e a Amazon .

O argumento da varejista brasileira é que a batalha dessas estrangeiras pelo mercado brasileiro tem levado a competição a um nível irracional.

Essas estrangeiras estão dispostas a sacrificar rentabilidade para ganhar participação e acelerar o crescimento — algo que o Magalu não quer bancar.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.

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