A 'revolução da IA' é diferente das anteriores… E não para melhor
Pesquisa.
Redação.
Revisão.
Tradução.
Edição, geração e aprimoramento de imagens, áudios, músicas, vídeos e até mundos virtuais.
Otimização de processos.
Programação de sites, serviços e aplicativos inteiros.
Até coisa de 3 a 6 anos atrás, tudo isso exigiria no mínimo algumas semanas, provavelmente alguns meses ou até anos de dedicação , estudo e prática para que a maioria das pessoas conseguisse ter habilidades decentes nesses campos.
Hoje, até aquele seu parente ou conhecido que mal sabe usar qualquer tipo de tecnologia consegue fazer textos aceitáveis, entregar artes tecnicamente boas e gerar ao menos rascunhos de código funcional e montar páginas sem precisar dominar uma linguagem de programação.
Agora é só digitar ou até falar instruções meio que de qualquer jeito em uma de várias opções de caixas de conversa no celular ou computador .
Os problemas e falhas que vêm com os produtos dessas capacidades são quase tão variados e importantes quanto as capacidades em si.
Mas a forma e principalmente a velocidade com que esses defeitos vêm sendo superados, ou pelo menos reduzidos, mostram a dimensão da revolução tecnológica que estamos vivendo.
Mais ainda quando olhamos para usos mais especializados de sistemas de IA, como a dobra de proteínas, o desenvolvimento de substâncias novas e o aceleramento de descobertas.
E, por drásticas, eu não quero só dizer que provavelmente boa parte da humanidade vai perder o emprego Muitos estudiosos olham para exemplos passados, como as múltiplas fases da Revolução Industrial, e enxergam paralelos razoáveis o suficiente para indicar que no presente essa “revolução das IAs e dos robôs humanoides” tem basicamente o mesmo impacto na sociedade como um todo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.