Rússia e Europa preparam rivais da Starlink
Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A Europa e a Rússia têm seus próprios sistemas de posicionamento, que se chamam Galileo e Glonass e são alternativas ao norte-americano GPS. Agora, essa dinâmica se repetirá no mercado de internet via satélite, com a criação de dois concorrentes à Starlink.
O mais adiantado é o sistema russo Rassvet (“amanhecer”), que está sendo montado pela empresa Bureau 1440 e possui cerca de 20 satélites em órbita – a meta é ter 156 até o final deste ano, e 900 em 2035. Muito menos do que a Starlink, que atualmente tem cerca de 11 mil satélites, mas suficiente para a operação da Rassvet, que pretende oferecer conexão em todo o planeta.
Os satélites russos ficam a 900 km de altitude, bem mais alto que os Starlink (de 540 a 570 km), e prometem transmitir dados a 1 Gbps (contra 400 Mbps da rede de Elon Musk). Já o sistema europeu, batizado de IRIS 2 , será formado por 264 satélites posicionados a 1.200 km – mas só deve começar a colocá-los em órbita em 2029.
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