Carta golpista de Flávio é rejeitada por aliados próximos, que veem postura perigosa
Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique
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A carta golpista divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro ( PL ) surpreendeu aliados próximos do senador, que classificaram a atitude do ex-candidato a presidente como "perigosa".
Senadores e deputados ouvidos pelo Painel dizem que nenhum deles foi consultado sobre o documento, cuja primeira versão dizia que Flávio era presidente eleito, depois amenizada para "líder" do Brasil.
Um parlamentar próximo do senador do PL disse, sob reserva, que a carta "ultrapassa o limite do razoável" e que não dá para "esticar a corda" dessa maneira. Outros procurados preferiram não comentar o assunto.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que até então era coordenador da campanha de Flávio, foi a público para dizer que não há provas e que nem ele, nem o PL, podem afirmar que houve fraude nas eleições .
O tom adotado na carta de Flávio foi rechaçado por aliados do senador que foram democraticamente eleitos. O governador de São Paulo , Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que é preciso seguir em frente e respeitar o resultado das urnas.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.